São Paulo Reclama

POLUIÇÃO

, O Estado de S.Paulo

01 de junho de 2010 | 00h00

Queimada diária

Moro num condomínio na Rua Levi da Silva, no Jardim Amaralina, e, na rua paralela, na Avenida Engenheiro Heitor Antonio Eiras Garcia, queimam madeira. Um dos moradores fez uma queixa na subprefeitura; outro, no Ministério do Meio Ambiente, mas nenhuma providência foi tomada. No dia 18/4, outro vizinho conseguiu entrar em contato com a pessoa que fica no local, que parece uma chácara abandonada. Ela deu poucas informações. Disse que se chamava Zé, que o terreno é de um policial e que a madeira queimada é oriunda de podas de árvores feitas pela Prefeitura. Não sabemos mais a quem recorrer para obter a solução do problema.

MARIA FERNANDA NOBREGA / SÃO PAULO

A Divisão Operacional do Comando de Policiamento Ambiental responde que, em 24/4 e 27/4, duas viaturas do 1º Batalhão de Policiamento Ambiental fiscalizaram o local e constataram que o lugar é um terreno particular, onde são descartadas, pela Prefeitura de São Paulo, árvores e galhos decorrentes de quedas, de desabamentos e de podas efetuadas pela Secretaria de Obras. Diz ainda que a área está fora de área de proteção ambiental e que não foi constatada irregularidades ambientais.

A leitora comenta: O problema é que o local está ao lado de residências com pessoas que inalam essa fumaça o tempo

inteiro. Em 25/5, às 21 horas, por exemplo, o fogo estava na

altura dos fios de energia elétrica. Cada dia que passa o perigo aumenta. Se o Comando de Policiamento Ambiental não é o responsável, gostaria que ao menos informasse qual é o

órgão responsável pelo controle desse procedimento.

BUROCRACIA

Direito de reembolso

Comprei um bilhete da TAM de São Paulo para a Paraíba para o dia 5 de janeiro deste ano, mas tive de cancelar o voo por ordem médica. Em 2 de janeiro, procurei a loja da TAM no Shopping Tatuapé, onde foi adquirida a passagem, e acertei o cancelamento com o gerente, que informou que o reembolso seria feito de 30 a 45 dias. Mas a TAM fez a cobrança de todas as parcelas, de R$ 125,05 (a última vencerá em 6/6), e o mesmo gerente falou, em mais de uma oportunidade, que naquela loja constava como valor já reembolsado. Quero receber meu dinheiro de volta, conforme informado pela empresa!

EDIVELTON TADEU MENDES

/ SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, serviço de atendimento ao cliente, informa que entrou em contato com o sr. Mendes,

solicitando o comprovante do pagamento do bilhete para o qual ele pediu reembolso. A companhia aguarda o documento para dar prosseguimento à análise do processo.

O leitor explica: Encaminhei a documentação que continha o valor da passagem cancelada, além do que foi cobrado, a cópia do boleto do cartão Mastercard Santander, mostrando as 6 cobranças, entre outros documentos. Espero, desta forma, ter atendido a todas as exigências da TAM, que diz não ter

documentação sobre o fato. Mas, se alguém da empresa comparecer à agência do Shopping Tatuapé e pedir ao gerente o livro de controle de janeiro, irá constatar tudo o que eu disse. Falta competência da companhia ou alguém está escondendo a verdade!

COBRANÇA DA NET

Promoção cara

Até outubro de 2009 eu assinava o plano de R$ 39,90 da NET. Nesse mês a empresa ligou e ofereceu por 3 meses alguns canais de TV sem custo. Mas em dezembro recebi a cobrança da NET do serviço de instalação de dois aparelhos. Ao ligar para reclamar, fui informada de que constava que eu havia solicitado a mudança de plano. Depois de explicar que eu não havia pedido nada, exigi o cancelamento de qualquer plano com a NET, mas disseram que estavam sem sistema e, por isso, não podiam fazê-lo. Dois dias depois, um gerente da NET ligou e falou que não sabia por que o sistema não aceitava que eu voltasse para o plano anterior. Eu lhe disse que queria cancelar o plano e ele mesmo me orientou a não pagar as cobranças. Ele ficou de me ligar em 4 dias, mas não o fez e as cobranças não param de chegar.

FABIANE BAPTISTA GOMES

/ SÃO PAULO

Andrea Campos, da NET São Paulo, esclarece que a empresa entrou em contato com a sra. Fabiane, no dia 27 de maio, e prestou os esclarecimentos em relação aos procedimentos da empresa. Na oportunidade, efetuou a correção no cadastro e agendou a visita técnica de acordo com a conveniência da cliente.

A leitora diz: A empresa ligou, mas até hoje nada foi resolvido.

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