São Paulo reclama

Incômodo constante

, O Estado de S.Paulo

28 de maio de 2010 | 00h00

Moro na Rua Diogo Jacome, 764, há mais de 30 anos. Há 25 anos foi instalado um ponto de ônibus a 4 metros da entrada do prédio. Como antigamente a entrada era pela parte traseira, não havia problema. Mas há 6 anos a entrada dos passageiros passou a ser pela porta dianteira, e parte do ônibus passou a bloquear a entrada e a saída dos veículos do edifício. Nós, moradores, reclamamos várias vezes, em vão. Essa situação ainda é agravada pela presença recente de uma escola de educação infantil. Já solicitamos por ofício a presença da Polícia Militar, da CET, e nada foi feito. Por que a CET não pinta uma faixa na nossa entrada? Por que o ponto de ônibus não é remanejado para 4 metros acima? Qual a causa do problema?

JAIME TRINDADE NUNES CALADO / SÃO PAULO

Marco Siqueira, da Assessoria de Comunicação Social da SPTrans, esclarece que o ponto de ônibus não deve ser alterado diante do número de ônibus que circulam no local, estimado em 15 coletivos por hora durante o horário de pico. Além disso, o local em que o ponto está instalado é o que se apresenta com melhores condições nas imediações para os passageiros que utilizam os ônibus naquela parte do bairro de Moema. Ressalta que, para a instalação de uma parada de ônibus, são necessárias algumas condições, como ausência de guias rebaixadas e interferências como poços de visita de concessionárias nas proximidades.

O leitor contesta: Lamentavelmente, a SPTrans não responde às perguntas e se escusa a tomar uma medida eficaz e objetiva, que é deslocar em 4 metros o ponto. A má vontade e o desconhecimento do problema não ajudam numa solução eficaz.

VAZAMENTO DE GÁS

Medida de segurança

No dia 17/5 um funcionário da Comgás veio a meu prédio, a pedido do morador do andar abaixo do meu, para verificar se havia um vazamento de gás. Ele descobriu um problema no cano entre os dois andares. Veio até minha casa e retirou o relógio do gás, sem que eu estivesse aqui para dar autorização, deixando um papel com nomes e endereços de várias empresas para que eu solicitasse o reparo, o que fiz imediatamente ao chegar. O conserto foi feito no dia seguinte. Acredito que seria suficiente que o funcionário simplesmente fechasse a torneira do gás, sem retirar o relógio. Seguindo as informações deixadas pela Comgás, liguei na empresa pedindo que recolocasse o relógio medidor e religasse o gás em meu apartamento. Recebi a seguinte resposta: "Ainda não foi fechado o processo da retirada do relógio." Resultado: estou desde o dia 17 pela manhã sem poder cozinhar em casa e sem aquecedor para água quente. No dia 19/5, ao ligar pela segunda vez, um funcionário da Comgás disse que é preciso aguardar mais 24 horas para que um técnico venha instalar um relógio novo (o antigo não estava com defeito!). Disse ainda que ele vai ser cobrado e que terei de pagar também para o religamento do fornecimento do gás. Eu não me conformo! Passei 4 dias forçosamente almoçando e jantando fora, tomando banho fora e ainda tenho de pagar por isso? Quem vai me reembolsar por esses gastos?

ELIZABETH FALCÃO / SÃO PAULO

A Comgás pede desculpas pelos transtornos causados à sra. Elizabeth. Informa que a ligação do gás na residência da cliente foi realizada no dia 20/5. Esclarece ser procedimento da empresa retirar o medidor, quando for constatado vazamento na tubulação interna, por questão de segurança. Com relação à cobrança informa que, por se tratar de problema na tubulação interna, cabe ao cliente pagar pelos serviços de colocação de medidor novo e religamento, ficando ele isento da cobrança pela visita técnica.

A leitora diz: O problema foi solucionado, sim, mas continuo a achar um absurdo o procedimento da empresa, mas parece que é assim que deve ser.

Esclarecimento: Ao contrário do que foi publicado no dia 21/4, em que a Coluna diz que a Faculdade Práxis não respondeu à reclamação da leitora sra. Maria H. de Freitas Cardim, a Faculdade havia respondido em 9/3 explicando o motivo da demora de 6 anos para a entrega do diploma reclamado. Segundo o Instituto de Pesquisas Educacionais Práxis Ltda -EPP, o pedido de expedição do diploma da sra. Maria foi prontamente atendido pela instituição. Mas, por ser considerada instituição educacional de ensino superior, o registro dos diplomas deve ser feito por Universidades indicadas pelo Conselho Nacional da Educação, que, no caso em questão, é a USP. O prazo para a conclusão do trâmite é, em média, de 1 a 2 anos, mas, por erro na grafia da palavra Pernambuco, quando da confecção do diploma pela gráfica, e após toda a tramitação de registro, o diploma foi devolvido sem registro pela USP, com a exigência de correção. A correção foi prontamente providenciada pela Faculdade, e o prazo informado pela USP para a entrega do diploma registrado é de aproximadamente 10 dias úteis.

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