São Paulo Reclama

ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL

, O Estado de S.Paulo

25 de maio de 2010 | 00h00

Violência e vandalismo

No dia 12/4, uma bomba estourou dentro da sala dos professores da Escola Estadual Reinaldo Faleiros, na Rua 25 de Dezembro, no Jardim São Salvador, em Taboão da Serra. Uma professora grávida quase foi atingida. A polícia foi chamada, mas nada foi apurado. A diretora da escola estava ausente no momento, como sempre, pois ela não cumpre seu horário de trabalho na escola. Ela, que é professora de escola municipal e aposentada como funcionária pública do Estado de São Paulo, não permanece no colégio. Esse não é o primeiro caso de violência na instituição. Alunos já ameaçaram e bateram em professores. Há casos de consumo de drogas durante as aulas e, principalmente, nos intervalos. A direção é omissa.

DANIEL ALMEIDA SANTOS / TABOÃO DA SERRA

A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Educação informa que foi instaurada uma apuração preliminar a respeito das denúncias. Assim que for concluída a apuração, as devidas providências, de acordo com as normas da escola, serão tomadas. A Secretaria repudia qualquer ato de vandalismo e de violência dentro das escolas estaduais de ensino e, por isso, atua de maneira firme em todas as unidades do Estado. Em 2009 foi lançado o Sistema de Proteção Escolar que articula um conjunto de ações, métodos e ferramentas para disseminar e executar práticas voltadas à prevenção de conflitos no ambiente escolar, à integração entre a escola e a rede social de garantia dos direitos da criança e do adolescente, à proteção da comunidade escolar e do patrimônio público. Dentro desse programa, foram produzidos manuais de conduta, distribuídos para todas as 5 mil escolas da rede. Entre os materiais está o Manual de Proteção Escolar e Promoção da Cidadania.

AUXÍLIO-DOENÇA

Benefício indeferido

Estou há 6 meses tentando reaver o benefício de auxílio-doença ou do auxílio-acidente. Fiquei com sequelas de uma doença que começou a se manifestar em 2002. Embora tenha vários protocolos na Ouvidoria do Ministério da Previdência e peritos terem dito para eu entrar com um pedido de novo benefício, ele foi indeferido.

DENISE RIO DINARDI / SÃO PAULO

O INSS não respondeu.

A leitora comenta: A Ouvidoria do Ministério da Previdência diz que, como eu tenho um processo na Justiça solicitando aposentadoria por invalidez, não posso mais "concorrer com os mesmos objetos" nos postos do INSS. Estou afastada do trabalho há 8 anos e tenho de ficar nesse jogo de empurra-empurra. A empresa não tem a função de me reabilitar e o INSS, que deveria dar o benefício à pessoa que está em tratamento, não está disposto a arcar com suas responsabilidades. O que fazer?

Tenho vivido da caridade de amigos e parentes para sobreviver, até que a Justiça seja feita.

FIAÇÃO SUBTERRÂNEA

Na contramão

Tenho consultório na Rua Tabatinguera, no centro. Essa rua tem os fios em encanamentos subterrâneos. E, apesar de existir um programa para retirar progressivamente os cabos e os fios da parte aérea na cidade, que não está sendo cumprido, a CET, na contramão do projeto, instalou postes e fios que servem para sincronizar os sinais de trânsito!

JÚLIO CÉSAR SIQUEIRA

/SÃO PAULO

A CET informa que a instalação de fiação suspensa na referida rua busca a interligação dos cruzamentos com o equipamento de controle semafórico existente na Praça João Mendes, permitindo o sincronismo e o controle a partir do computador central, melhorando a segurança e fluidez do trânsito. Diz ainda que a passagem da fiação para o padrão subterrâneo ocorrerá oportunamente.

DIREITO TRABALHISTA

Burocracia

Trabalhei num hospital por 5 anos até ser demitida em 18/3. Minha função era administrativa e a homologação deveria ser feita no Escritório Regional de Atibaia do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Lá, uma funcionária disse que não havia datas para abril e que, no final do mês, a empresa deveria telefonar para avisar se havia alguma data para maio. Enviei uma mensagem para a Ouvidoria e soube que a lei não define um prazo máximo para que ocorra a homologação, mas ela deve ser feita no "menor prazo possível". Além de ser demitida, não posso ter acesso aos meus direitos por causa da falta de organização do MTE?

MARIA APARECIDA ROSA / ATIBAIA

O MTE não respondeu.

A leitora diz: Conversei com um funcionário do departamento pessoal da empresa onde trabalhava e ele conseguiu que o auditor fiscal do MTE nos atendesse num "encaixe".

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.