São Paulo Reclama

ABANDONO DE ESCOLA

, O Estado de S.Paulo

21 de maio de 2010 | 00h00

Para onde foi o dinheiro?

O governador liberou aproximadamente R$ 413 mil para que fossem feitas reformas na Escola Estadual Arnaldo Laurindo, localizada na Rua Altino Alves de Abreu, 100. Mas não sei o que a diretoria fez com o dinheiro, porque ao redor da escola há acúmulo de lixo e pisos quebrados. Além disso, a insegurança aumentou, porque foram retirados todos os portões da instituição, deixando livre o acesso para qualquer indivíduo que a utiliza para atravessar de um bairro a outro, da Rua Altino Alves de Abreu para a Rua Baltazar Gomes Azevedo. Quando chove, por causa do acúmulo de lixo, nas coifas dos arredores da instituição, a água suja do esgoto, vinda da própria escola, se infiltra nas propriedades da Rua Baltazar Gomes Azevedo, já que o prédio escolar fica na parte mais alta do terreno. Alguns moradores já tentaram conversar com a direção, que se nega a solucionar o problema, ao contrário, sugere que eles mesmos limpem as coifas (que seria obrigação da escola) e joguem o lixo na rua ou viela de acesso à instituição de ensino, local que a Prefeitura limpa. Isso é um absurdo, vindo de quem administra uma escola!

RONALDO GONÇALVES SILVA / SÃO PAULO

Estela Hermans, da Assessoria de Comunicação da Subprefeitura M"Boi Mirim, informa que, após a realização de vistoria, a subprefeitura constatou uma pequena quantidade de resíduo numa viela, cuja remoção será realizada nesta semana. Já os restos de objetos estão depositados em área que pertence à escola, não cabendo à subprefeitura a retirada.

A Secretaria Estadual da Educação não respondeu.

SUJEIRA

Caso de saúde pública

Gostaria de saber a quem recorrer para limpar e interditar uma casa localizada na Rua Gabriele D"Annunzio, entre o n.º 175 e o n.º 197, no Brooklin. Ela está abandonada, lotada de entulho e lixo, que se esparrama pela calçada, uma imundície total. Acho de grande importância algum fiscal ir ao local para ver como a situação está perigosa quanto à saúde pública, pois deve haver muitos focos de dengue e outras doenças. Fiz uma

solicitação na Prefeitura para retirar o entulho, que me deu um prazo de 1 a 40 dias, uma vergonha! No dia 26 de abril enviei uma mensagem à Vigilância Sanitária, mas nunca obtive resposta.

SUSANNE SMETANA LOPES

/ SÃO PAULO

Na Rua Gabriele D"Annunzio uma casa está sendo utilizada pelos próprios moradores como depósito clandestino de lixo. Isso está ameaçando a saúde da vizinhança e, principalmente, do retiro de idosos que fica ao lado. Esse acúmulo de dejetos ajuda na proliferação de insetos e ratos. Tenho fotos que comprovam o que digo. Providências urgentes precisam ser tomadas!

ENEIDA M. VAZ / SÃO PAULO

A Subprefeitura de Santo Amaro informa que realiza ações diárias para a remoção do entulho e do lixo colocados na calçada, em frente ao imóvel citado. Por se tratar de área particular, a subprefeitura não pode remover os objetos espalhados no interior da residência. Entretanto, o proprietário do imóvel foi notificado para executar o passeio e a limpeza do lote. Caso a notificação não seja atendida, o dono do imóvel será multado, conforme prevê a legislação.

A Secretaria Municipal da Saúde não respondeu.

A leitora informa: O problema foi parcialmente resolvido. O amontoado de lixo que estava na calçada foi retirado, mas a casa continua a ser usada como depósito de lixo. Não sei mais a quem recorrer. Acredito que a Vigilância Sanitária poderia intervir. Mas já mandei e-mail para esse órgão e ninguém tomou providências.

SEM CONEXÃO

Problemas com Speedy

Desde que contratei os serviços da Telefônica tenho problemas com o funcionamento do

Speedy. A partir das 18 horas

fico sem conexão e pago um preço maior por minha assinatura ser comercial. A Telefônica reluta em resolver o problema. Peço o ressarcimento

desse período em que não consegui trabalhar.

SIRLENE A. A. DA TRINDADE

/ SÃO PAULO

A Telefônica informa que, após ajustes técnicos, o Speedy da

sra. Sirlene está funcionando normalmente. A empresa informa ainda que a cliente terá crédito em conta telefônica futura referente ao período em que o serviço apresentou problema.

A leitora contesta: Os problemas com o Speedy continuam e a Telefônica não restituiu todos os valores devidos.

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