São Paulo Reclama

FALTA DE INFRAESTRUTURA

, O Estado de S.Paulo

13 de maio de 2010 | 00h00

Perigo de deslizamento

O asfalto que fica na encosta de um esgoto a céu aberto na Rua Rio Azul, no Jardim Santo Estevão, em Carapicuíba, cedeu com as fortes chuvas de dezembro e janeiro. A prefeitura começou a fazer a obra necessária, mas parou. Há material de construção esparramado pela rua e a lixeira comunitária foi destruída. Agora a população joga lixo na rua. A obra precisa ser concluída, pois há o risco de famílias perderem suas casas.

PRISCILA FERNANDA / CARAPICUÍBA

A Secretaria de Obras de Carapicuíba informa que a obra não ficou parada. Diz que foram colocadas a tubulação do córrego e pedras para sustentação das residências e foi feita a terraplenagem. Acrescenta que está em andamento a construção de um playground, de guias, sarjetas e tampas de concreto e a obra entrará na fase final neste mês. Diz que os moradores elogiaram o trabalho e pediram para continuar a obra em outros pontos do córrego. O representante da secretaria de Obras informou que próximas etapas estão sendo estudadas e entrarão na programação das atividades. Responde que providenciou uma caçamba para lixo e entulho. Diz que a lixeira comunitária foi levada pelas fortes chuvas, não destruída pela prefeitura, e, após o término da obra, outra será colocada no local. Ressalta que o lugar é impróprio para moradia e, apesar de a área ter sido habitada, a prefeitura não mede esforços para levar ao local a infraestrutura necessária. Acrescenta que faz a Operação Cata Bagulho na região.

A leitora comenta: Porque moramos em área "imprópria" não temos direito a saneamento básico? A parte com tubulação é pequena em relação à extensão do córrego. O lixo não é colocado na caçamba. A obra só voltou a ser feita após a denúncia.

ÁRVORES

Risco por falta de poda

Há o risco de ocorrer uma tragédia, se a árvore que está na Rua Costa Junior, em frente ao número 281, não for retirada com urgência. A base dela tem um orifício enorme com cupins. Seus galhos ficam sobre a fiação elétrica e já estão pendendo por causa do excesso de peso. Nessa região, no último mês, já houve 5 remoções de árvores por causa do mesmo problema, inclusive com danos materiais. Nesse caso, os danos serão de maior monta, inclusive poderá ocorrer a morte de pessoas.

JOSÉ EDUARDO SAVOIA

/ SÃO PAULO

A Secretaria da Coordenação das Subprefeituras não respondeu.

O leitor comenta: Infelizmente o problema com a árvore não foi resolvido. O assunto é sério, basta ver no local o estado do tronco. O risco de que ocorra um acidente é enorme, pois, além de poder danificar a rede elétrica e os carros, poderá

machucar ou matar alguém!

ABANDONO

Descompasso da Prefeitura

Na Rua Thiers, na esquina com Rua João Teodoro, no Brás, há três carcaças de carros, um Ford Ka e um Monza e um Santana. A cada dia o estado desses automóveis piora, já que se acumula sujeira, atraindo insetos. Será que não existe fiscalização nesse local?

FLÁVIO MARCUS JULIANO

/ SÃO PAULO

Ricardo Abel Lopez Junior, da

Assessoria de Comunicação da Subprefeitura Mooca, informa

que a unidade técnica de fiscalização da subprefeitura esteve no local para a retirada dos dois veículos, mas nenhum dos carros citados estavam parados no

local indicado.

O leitor diz: Parece que a subprefeitura está em descompasso com as providências tomadas, pois as três carcaças foram removidas há mais de um mês! Talvez por terem placas, algum outro órgão as removeu. Havia enviado uma nova reclamação sobre uma quarta carcaça, que também já foi removida.

SEM PARAR

Problemas com cadastro

Em 8/2, comprei um aparelho do Sistema Sem Parar/ Via Fácil que funcionou só por 4 dias. Depois, só aleatoriamente. Não recebo resposta dos e-mails enviados e ninguém atende o telefone, há apenas uma gravação. As funcionárias que ficam na saída do pedágio e dos quiosques nada resolvem. Troquei o aparelho, mas deu o mesmo defeito. Em 13/4 me ligaram e uma atendente arrogante pediu, de novo, os meus dados. Disse que eu já havia informado duas vezes e ela desligou o telefone.

RUY NEPOMUCENO FILHO

/ SÃO PAULO

A STP responde que houve um problema com os dados bancários na inclusão do cadastro no sistema. Diz que entrou em contato com o leitor, deixando recado. Como não houve retorno, o aparelho dele foi bloqueado. Quando o cliente solicitou a troca do aparelho, os dados foram atualizados e o aparelho, liberado. O aparelho deve ser usado de acordo com as instruções. A empresa diz que esclareceu o cliente sobre o ocorrido.

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