São Paulo Reclama

Problemas com plano

, O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2010 | 00h00

No dia 14/4, liguei para a NET solicitando a instalação de um ponto adicional e fui informado de que meu plano, o Silver Conforto, não é mais comercializado e era preciso mudá-lo para conseguir o ponto. A funcionária deu como opção o plano Cineplus, que custa R$ 193,90 por mês e tem alguns canais a menos do que o atual, pelo qual pago R$ 179,90. Para obter a instalação de um ponto adicional, eu teria de pagar mais R$ 14 e receberia menos canais! Essa é uma proposta indecente! A atendente da NET me informou ainda que, pela configuração do sistema, não teria como fazer a solicitação sem a mudança de plano, o que configura um abuso - talvez uma forma de burlar o Código de Defesa do Consumidor. Apelei a este jornal e ao Procon para que obriguem a NET a manter o plano e a efetuar a instalação do ponto adicional sem nenhum acréscimo na tarifa, além dos R$ 19 relativos à mensalidade do ponto.

JUVENAL F. AZEVEDO / SÃO PAULO

A NET esclarece que entrou em contato com o leitor sr. Azevedo, em 27/4, para prestar esclarecimentos sobre os pacotes de programação comercializados e para marcar a instalação do ponto adicional.

O leitor comenta: Uma funcionária da NET telefonou para explicar que a atendente passou uma informação errada. Ela disse que o plano que mais se aproxima ao Silver Conforto é o Total Cine Plus, com os mesmos três canais HBO e os cinco canais do Telecine. Disse ainda que os canais de esportes e de informação - que seriam cortados - serão mantidos, assim como o mesmo preço pelo pacote (R$ 179,90), por se tratar de cliente antigo. Agora aguardo o cumprimento da promessa.

BARULHO EM OBRA

Vizinho incômodo

Moro nas imediações de uma obra em andamento da Construtora Gafisa, na Rua Araguari, em Moema. Desde o seu início é impossível dormir. Nas noites dos dia 8 e 9/4, descarregaram o material usado na obra até as 2 horas. Tenho janelas antirruído e as fechei, mas não foi possível dormir porque placas do material caíam no chão, fazendo um grande estrondo. No domingo, 11/4, essa obra já estava a todo vapor desde as 7 horas. Os operários trabalham nos finais de semana, como se fosse um dia útil. Só é possível dormir com remédios, mas a obra está ainda pela metade e não é aconselhável tomá-los por tanto tempo.

MARIA CRISTINA GODOY / SÃO PAULO

A Gafisa informa que o barulho na obra decorre das descargas de material, as quais devem ocorrer, obrigatoriamente, no período noturno por causa do rodízio de caminhões. Lamenta os transtornos causados a toda a comunidade, porém, esclarece, tal conduta da companhia se dá única e exclusivamente visando ao cumprimento do rodízio mencionado.

A leitora diz: O rodízio de caminhões não é justificativa para todo esse barulho e gritaria nem para trabalharem aos domingos e feriados.

CARROS ACIDENTADOS

Perigo nas ruas

Creio que o aumento dos acidentes de trânsito no Estado de São Paulo, em especial na região do Vale do Paraíba, ocorre porque o Estado não põe em prática a resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que obriga os acidentes de trânsito a serem classificados como de pequena, média ou grande monta. Outros Estados já cumprem essa determinação e, por isso, seguradoras, financeiras e até mesmo particulares enviam os veículos acidentados para leilões em São Paulo. Eles recebem um novo registro, sem a devida classificação, e transitam até dar problemas.

ISAAC DIAS DOS REIS NETO / CAÇAPAVA

PARQUE DO CARMO

E os camelôs?

Para um prefeito que se destacou pela limpeza dos outdoors e das placas de propaganda na capital, e agora quer regular a iluminação de lojas, seria interessante que visitasse o Parque do Carmo, na zona leste da capital. Esse lugar lúdico tem um visual maravilhoso que foi poluído por barracas de camelôs e placas sobre os direitos humanos perto do lago, prejudicando todo o seu visual. Será que a periferia não merece esse carinho por parte do prefeito Gilberto Kassab?

ALBERTO DOS SANTOS FERREIRA / SÃO PAULO

Camila Moreti, da Assessoria de Imprensa da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, esclarece que as placas citadas são de uma exposição itinerante da Secretaria Especial de Direitos Humanos, que tem como objetivo informar à população sobre os artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Informa ainda que a retirada dos totens está sendo providenciada pelos responsáveis desse programa.

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