JB Neto/AE
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São Paulo entra em alerta pelo 4.º dia consecutivo; só deve chover no feriado

Nesta manhã, cidade registrou maior temperatura desde março; umidade do ar segue em baixa

Solange Spigliatti e Julia Baptista, Central de Notícias

26 Agosto 2010 | 13h33

SÃO PAULO - A capital paulista decretou na manhã desta quinta-feira, 26, estado de alerta pelo quarto dia consecutivo por conta da baixa umidade relativa do ar. Conforme dados da estação meteorológica automática do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Mirante de Santana, a umidade encontrava-se em torno de 20%, com tendência de queda.

 

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Também nesta manhã, São Paulo teve a maior temperatura desde março. A máxima registrada na zona norte foi de 31,7ºC, segundo informações do Climatempo. O calor intenso e o ar parado faz a umidade do ar permanecer baixa.

 

O clima seco e quente que predominou neste mês de agosto deve continuar até depois do feriado de 7 de Setembro, Dia da Independência, de acordo com previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE).

 

Neste mês foram registrados apenas 0,6 mm acumulados até esta quinta-feira, o que equivale a pouco mais de 1% dos 39 mm esperados para agosto. Segundo dados do órgão, foram completados 40 dias sem chuvas significativas.

 

 

Uma nova frente fria que era aguardada para a próxima semana se propaga de forma fraca pelo oceano, e deve causar mais nebulosidade do que chuva. Haverá um grande aumento na formação de nuvens e, com a ajuda da mudança da direção dos ventos, servirá para melhorar um pouco os índices de umidade e a qualidade do ar, que nesta semana chegou aos 13%, menor marca do ano.

 

Segundo o CGE, na próxima semana os índices mínimos de umidade devem variar entre os 30%. Na segunda-feira, 30, com a chegada da frente fria, o índice deve aumentar, alcançando os 60%, mas se espera nova diminuição no decorrer da semana.

 

Melhora. À noite, a umidade do ar melhorou. Com a queda da temperatura, o índice alcançou 23% às 19 horas, segundo medição do Inmet. De acordo com a Defesa Civil Municipal, o aumento na umidade relativa em diversos pontos da cidade fez com que São Paulo ficasse em estado de observação.

 

 

Texto atualizado às 20h10.

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