São Paulo de dona Rosa e do mau tempo

Claudine Le Marie. Visita ao Masp e salada na Academia da Gula

Diana Dantas, O Estado de S.Paulo

18 de julho de 2010 | 00h00

Os integrantes franceses da tripulação da Air France Claudine Le Marie e Eric Gardeisen chegaram quinta-feira de manhã a São Paulo. Gastaram 11 horas para vir de Paris até aqui. Depois de cruzar o Atlântico, a única coisa que querem quando chegam ao hotel conveniado com a companhia aérea, na Vila Mariana, zona sul, é descansar. Eles vêm cerca de três vezes por ano ao Brasil e, dos dois dias que passam na capital paulista, um é dormindo.

Rosa. Na hora em que acordam e a fome bate, ou quando querem descontrair, o destino de todos da Air France é a Academia da Gula, ao lado do hotel. Apesar de a culinária ser portuguesa, todos os atendentes falam francês fluente. "Adoramos a Rosa", diz Eric, em referência à dona do estabelecimento, a portuguesa Rosa de Brito, que já virou amiga. O cardápio típico também caiu no gosto dos franceses. "Purê de batata e abacate", revela ele. Claudine prefere a salada de tomate.

Mau tempo. Com a frente fria que agiu em São Paulo na semana passada, ela conta que não gosta do tempo da capital: "É ruim." Mesmo com a chuva, os amigos tentaram aproveitar o dia, visitando as exposições de Evandro Carlos Jardim e de Max Ernst, no Museu de Arte de São Paulo, mas também não gostaram. Talvez quando o tempo estiver melhor...

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