Sabesp diz seguir norma técnica e nega racionamento

'Adequação da pressão é medida necessária para atender manobras técnicas como o remanejamento dos Sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para o Cantareira', diz a empresa, em nota

Fabio Leite e Rafael Italiani, O Estado de S. Paulo

16 Abril 2014 | 03h00

SÃO PAULO - A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) afirmou em nota que não há racionamento de água na capital paulista e que a redução da pressão na rede durante as madrugadas é necessária para a realização de manobras operacionais no sistema de distribuição.

"Não há racionamento, rodízio ou restrição de consumo em nenhum dos municípios atendidos pela Sabesp. A adequação da pressão é uma medida necessária para atender manobras técnicas como o remanejamento dos Sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para o Cantareira", afirma.

Em relação à pressão, a Sabesp informou que segue a norma técnica NBR 12.218/94 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), segundo a qual a pressão estática máxima nas tubulações deve ser de 500 kPa (quilopascal) e a mínima de 100 kPa, "ou seja 10 m.c.a. (metros de coluna d’água)". "A Sabesp reafirma que fornece água ininterruptamente para todos os municípios que atende", informa.

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