Roteiros refletem tendência mundial

Análise: Mônica Nóbrega

É JORNALISTA DO CADERNO VIAGEM, O Estado de S.Paulo

05 Julho 2012 | 03h05

A tentativa do guia São Paulo Ponto a Ponto de decifrar para turistas a rede de transporte público da cidade esbarra em ao menos dois obstáculos: o preciosismo no registro de nomes dos pontos de interesse (por que "Polo Cultural e Esportivo Grande Otelo" antes do muito mais esclarecedor "Sambódromo"?) e a própria complexidade do sistema.

O livreto acerta ao agrupar atrações de uma pequena área, mas se perde nas imensas listas de linhas de ônibus que passam pela região, sem dizer de onde saem nem para onde vão. Se o objetivo é convencer quem vem a trabalho a ficar mais alguns dias, a SPTuris faria bem em editar miniguias enxutos, com roteiros esmiuçados para um, dois ou três dias de permanência, como fazem cidades europeias. Atendimento em inglês e espanhol na central 156 da Prefeitura também faria mais pelo turista.

Já os roteiros temáticos são um acerto. Vão direto ao ponto, localizam visualmente as atrações no mapa da cidade, têm boas fotos. E refletem tendência mundial.

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