Rota faz operação na favela São Remo, no Butantã

Comunidade ao lado da USP fica perto de local onde PM da tropa de elite foi morto

Felipe Tau, O Estado de S. Paulo

31 Outubro 2012 | 10h57

SÃO PAULO - Duas pessoas foram presas e seis estão sendo procuradas na operação que a Polícia Militar realiza desde a noite de terça-feira, 30, na favela São Remo, no Butantã, zona oeste de São Paulo. A comunidade, que faz divisa com o campus da Universidade de São Paulo (USP), é delimitada em um dos lados pela Avenida Corifeu de Azevedo Marques, onde um soldado das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) foi executado no dia 27 de setembro.

Vinte viaturas da Rota participam de incursões na área e são acompanhados de outros 30 agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil. Segundo a Secretaria de Segurança Pública uma refinaria de drogas foi encontrada durante as buscas. Até as 10h45 os policiais permaneciam fazendo rondas na favela para cumprir os seis mandados de prisão restantes.

Assassinato. O soldado da Rota André Peres de Carvalho, de 40 anos, foi encontrado morto pela polícia na manhã do dia 27 de setembro ao lado de seu carro, na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 3303, com três tiros de espingarda de grosso calibre (5.56). Ele estava de folga e faz parte da lista de 86 policiais militares mortos no Estado de São Paulo neste ano.

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