Ronaldinho Gaúcho vai visitar feridos e termina vaiado

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, anunciou que pediu à Procuradoria Geral do Município estudo sobre indenizações para as mães das 12 vítimas do massacre. Anteontem, Noeli Rocha, mãe da vítima Marianna Rocha, anunciou que processará o município pela morte da filha.

Pedro Dantas, O Estado de S.Paulo

16 de abril de 2011 | 00h00

Ontem, o adolescente D.D.V., de 12 anos, recebeu alta no Hospital Estadual Albert Schweitzer. Mais quatro crianças permanecem em hospitais estaduais. Entre eles, está J.O.S., de 14, que melhorou e foi transferido do CTI para a enfermaria do Hospital Estadual Alberto Torres. Os estudantes ainda internados receberam ontem a visita do meia Ronaldinho Gaúcho e da presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. A visita causou confusão - parentes de pacientes internados chegaram a vaiar o craque, porque ele chegou atrasado, dificultando entrada de outras pessoas.

A Santa Casa do Rio prometeu tratamento psiquiátrico gratuito a alunos da Tasso da Silveira que apresentarem traumas por causa do massacre. Já a Associação Brasileira de Psiquiatria ofereceu palestras sobre transtornos mentais, como esquizofrenia, a professores da rede municipal.

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