Rompimento de caldeira mata operário em fábrica de papel em Aguaí (SP)

Peritos foram para a empresa e há suspeita de defeito na válvula de respiro do equipamento

Ricardo Valota, do estadão.com.br,

17 de fevereiro de 2012 | 00h56

SÃO PAULO - O rompimento de uma caldeira matou um funcionário, às 19 horas de quinta-feira, 16, no interior da fábrica de papel Paulistel, localizada no quilômetro 3 da Rodovia Ciro Albuquerque (SP-225), em Aguaí, no leste paulista, a 200 quilômetros da capital.

 

A explosão da caldeira atingiu o operário Arlindo Amaro da Silva, de 58 anos, que morreu no local. A Guarda Municipal foi acionada e, juntamente com um representante da empresa, registrou boletim de ocorrência na delegacia da cidade.

 

Um segundo funcionário, identificado como Cleuber Donizete Calejon Rosa, de 49 anos, teria sofrido um ferimento leve em um dos pés e entrou no boletim de ocorrência apenas como testemunha.

 

Peritos da Polícia Civil de São João da Boa Vista, cidade vizinha, foram para a empresa, que fica na Vila São José. Não se sabe ainda a causa da explosão, mas há possibilidade de que a válvula responsável pelo respiro da caldeira tenha apresentado defeito.

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