Rodovia em péssimo estado

SP-255 - DESCASO DO DER

O Estado de S.Paulo

14 Agosto 2012 | 03h05

Li a reclamação do leitor sr. Eduardo Thomaz Whately (São Paulo Reclama, ed. de 28/7, pág. C2) sobre o estado calamitoso da Rodovia João Mellão (SP-255) e informo que já reclamei várias vezes na Ouvidoria do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) sobre isso. A propósito, a Ouvidoria do DER deveria chamar "surdaria", pois as respostas são as mais esfarrapadas possíveis. Falei com um fiscal em Bauru (SP) e parece que a instrução é não fazer nada e dar uma maquiada na situação. Não tem acostamento, há buracos de todos os tamanhos e para todos os gostos de rodas, não existe terceira faixa e os trechos mais esburacados são perigosíssimos. São pelo menos 33 quilômetros em péssimo estado. Uso essa rodovia todos os dias e, ultimamente, os buracos têm sido tapados com terra! Temos de lembrar o DER de que essa rodovia é a principal ligação do Sul do País com o Triângulo Mineiro e o Norte.

ALBERICO BERGAMIN DA SILVA / SÃO MANUEL

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) informa que, além da obra em licitação para a recuperação da Ponte do Açúcar, está prevista a execução de serviços para regularização do pavimento na SP-255, entre os municípios de São Manuel e Avaré. As obras devem ter início até o fim do ano, com investimento de R$ 5,5 milhões.

O leitor diz: O que não é justo são os prejuízos dos veículos, que têm pneus cortados, a suspensão destruída e outros, nos trechos mais críticos e perigosos da rodovia. Os buracos continuam, apesar das inúmeras reclamações. Até quando? As rodovias são negociadas de maneira pouco clara e o usuário é mero detalhe.

BANCO DO BRASIL

Desinformação e prejuízo

Fui à agência do Banco do Brasil da Avenida Bernardino de Campos para checar taxas de juros mais baixas para um financiamento. Diante da impossibilidade de aplicar juros menores, a assistente da gerência sugeriu que eu fizesse um novo financiamento com taxas mais baixas. E assim foi feito. Fiz outro empréstimo e assinei um comprovante com o valor das parcelas. Não me foi dito, porém, que ainda seria necessária a aprovação do banco. Resumo: a operação não foi realizada e não me avisaram. Só percebi quando chequei a conta na internet. Liguei na agência, mas não tive retorno. Depois de muito insistir, uma funcionária telefonou dizendo que a operação não tinha sido liberada. Que descaso!

ERIKA PAULINO / SÃO PAULO

O Banco do Brasil diz que a leitora foi contatada e informada sobre as condições e as taxas disponíveis para contratação de novos

empréstimos.

A leitora reclama: Depois da carta enviada à Coluna, o gerente me ligou com a desculpa de que estava almoçando quando fui à agência (o detalhe é que eu fiquei na agência por mais de uma hora e ele estava lá). Por telefone, ele informou que as condições do financiamento não seriam as mesmas que eu havia fechado. Diante disso, só me resta ficar no prejuízo.

SÃO CAETANO

Estacionamento irregular

Gostaria de registrar uma reclamação em relação à General Motors do Brasil, localizada na Rua João Pessoa, em São Caetano do Sul. No trecho entre a Rua Américo Brasiliense e o Viaduto Independência, a rua é de mão dupla, sendo duas faixas sentido bairro/centro e uma sentido centro/bairro. No sentido bairro/centro é proibido parar e estacionar, o que é totalmente correto, pois, além de se tratar de uma via de bastante tráfego, não há residências ou comércio que justifiquem o estacionamento de veículos. Porém, já faz algum tempo que a GM vem desrespeitando a lei e ignorando a sinalização. Como não há fiscalização, vários caminhões ficam estacionados na rua, causando transtornos no trânsito. Tenho certeza de que, se eu estacionar o carro ali por alguns minutos, logo aparecerá um guarda para me multar.

JOSÉ MARCELO M. FICHELLI

/ SÃO PAULO

A Secretaria de Mobilidade Urbana da Prefeitura de São Caetano do Sul informa que está discutindo com a General Motors alternativas para melhorar o trânsito na área. A intenção é que a R. João Pessoa seja alargada para melhorar o tráfego em direção à Avenida do Estado. Também foi conversado com a Eletropaulo para que a concessionária estabeleça um plano de remanejamento da rede elétrica e remoção dos postes para que a rua seja alargada.

A General Motors não respondeu.

O leitor questiona: Se no local existem placas que proíbem parar e estacionar, por que esses caminhões não são multados?

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