Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

Rodízio de veículos retorna nesta segunda-feira em São Paulo

Carros com placas de final 1 e 2 já não poderão circular das 7h às 10h nem das 17h às 20h nas ruas do centro expandido da cidade

O Estado de S. Paulo, O Estado de S.Paulo

13 Janeiro 2019 | 03h00

SÃO PAULO - Suspenso desde 21 de dezembro, o rodízio de veículos volta a vigorar nesta segunda-feira, 14, na cidade de São Paulo, na região do centro expandido. 

Carros com placas finais 1 e 2 não podem circular na área delimitada às segundas-feiras nos horários das 7 às 10 horas e das 17 às 20 horas. Às terças-feiras, a delimitação vale para placas com finais 3 e 4; às quartas, para 5 e 6; às quintas, 7 e 8; e às sextas 9 e 0. Não há rodízio aos sábados e domingos. 

O centro expandido corresponde à área formada pelas Marginais Tietê e Pinheiros, Avenidas dos Bandeirantes e Afonso D'Esccragnole Taunay, Complexo Viário Maria Maluf, Avenidas Tancredo Neves e Juntas Provisórias, Viaduto Grande São Paulo e Avenidas Professor Luís Inácio de Anhaia Melo e Salim Farah Maluf. 

Motoristas que forem flagrados dirigindo veículos no dia e horário vetados estão sujeitos à multa de R$ 130,16 e quatro pontos em sua carteira, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). 

Criado em 1997, o rodízio municipal de veículos, chamado de Operação Horário de Pico, tem o objetivo de reduzir o volume de veículos nas ruas de São Paulo e, assim, melhorar a fluidez. 

Metrô e CPTM. Começou a valer hoje a nova tarifa do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). O valor das passagens foi reajustado de R$ 4 para R$ 4,30 e acompanha o aumento aplicado pela Prefeitura sobre a tarifa dos ônibus.

A alteração dos valores foi de 7,5% e ficou acima da inflação dos últimos 12 meses,  que fechou em 3,75% no índice IPCA, usado como a inflação oficial pelo Banco Central. A integração dos trens com os ônibus também sofreu reajuste: vai passar de R$ 6,96 para R$ 7,48. 

As gratuidades para idosos, estudantes, portadores de necessidades especiais e desempregados foram mantidas. Segundo o governo do Estado, apenas no ano passado foram gastos cerca de R$ 1,4 bilhão em gratuidades, que beneficiaram 352 milhões de passageiros.

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