Risco de queda de beiral

PINHEIROS - IMÓVEL DEGRADADO

O Estado de S.Paulo

11 de setembro de 2012 | 03h04

Há quase um mês tentamos, sem sucesso, interditar uma calçada na Rua Fradique Coutinho, 275, em Pinheiros. Ocorre que o beiral do telhado do imóvel está podre e despencando. A qualquer momento, podem cair telhas e tijolos de uma altura de mais de 6 metros. A dona do imóvel é uma senhora de mais de 94 anos que subloca a casa para aluguel rápido de quartos. Acionado, o Corpo de Bombeiros indicou a Defesa Civil, que indicou a Prefeitura. Procurada, a Prefeitura deu um protocolo (como se um número resolvesse alguma coisa) e informou que iria ao local em 40 dias. A calçada é bastante movimentada. Consumindo quase 50% de nossos rendimentos em impostos, era de esperar que as autoridades agissem em casos como esse.

ANA STELLA CANJANI / SÃO PAULO

A Subprefeitura Pinheiros informa que, em vistoria efetuada no local, em 16/8, constatou problemas no beiral do imóvel. Na mesma data, foi lavrado o Auto de Intimação, ficando o proprietário ou possuidor do imóvel intimado a promover as medidas necessárias para a solução da irregularidade, com prazo de 5 dias a contar da data da lavratura do Auto de Intimação. Após este prazo, foi efetuada nova vistoria e se constatou que o beiral foi totalmente removido, não apresentando mais riscos ao trânsito de pedestres que passam pelo local.

A leitora comenta: O problema foi solucionado em 30 de agosto, mas vale ressaltar que, mesmo depois de várias reclamações na Prefeitura e na Defesa Civil, e com o risco iminente de queda do beiral, o local não foi interditado. Uma notificação não iria salvar a vida de ninguém, caso ocorresse o desabamento.

TAM FIDELIDADE

Usar milhas é tarefa difícil

Ao consultar o site da TAM, em 30/7, verifiquei a possibilidade de usar milhas para comprar passagens para o trecho Miami/São Paulo/Miami (saída em janeiro), sendo 30 mil milhas para cada trecho. No entanto, não tive êxito em adquirir o bilhete pelo site. Liguei na central de vendas, mas a atendente alegou que não conseguiu localizar a oferta. No mesmo dia liguei no SAC e pediram o envio das telas mostrando a disponibilidade dos trechos. Enviei-as e, passado o prazo de cinco dias úteis, não tive o retorno prometido. Liguei e disseram que não tinham um posicionamento. Mais cinco dias se passaram, liguei cobrando e a resposta foi a mesma. Já estamos em setembro e a situação se prolonga até hoje.

JULIANA M. CUNHA / SÃO PAULO

A TAM informa que a distribuição de lugares e promoções ocorrem simultaneamente em todos os canais de venda. Assim, pode ocorrer de não haver uma tarifa promocional disponível e, logo depois, ela ser oferecida.

A leitora reclama: Resposta evasiva! As gravações das ligações que fiz à TAM e os prints das telas comprovam minhas alegações. Espero que a TAM honre o que veiculou no site.

TELEFÔNICA/VIVO

Propaganda enganosa

Um representante da Telefônica/Vivo ligou e propôs um pacote único: telefone (mais 2 mil minutos), internet e TV com um ponto HD e três pontos digitais (programação completa), sem fidelidade e sem taxa de adesão. Tudo isso por R$ 97,90. Possuo o e-mail com essa oferta. Aceitei, mas, depois de tudo instalado e funcionando, veio a cobrança: R$ 269,90, fora o telefone. Reclamei e a resposta foi que o vendedor (que já tinha sido desligado da empresa) me passou o valor errado. Que ótimo sistema de venda: anunciam um preço e cobram outro. LUIZ FERNANDO SERENO

/ SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo diz que entrou em contato com o leitor para explicar os serviços e valores adquiridos.

O leitor diz: O jeito é ficar atento às ofertas que nos são feitas e depois não são cumpridas.

'DESERTO' NA MARGINAL

Única árvore foi cortada

Cortaram uma árvore na calçada da área onde está sendo construído o shopping Tietê Plaza. Era a única naquele trecho, próximo à Marginal do Tietê. Ainda que fosse pequena e com poucas folhas, fazia alguma sombra - no verão eu aguardava ao lado dela para atravessar a avenida. Que eu saiba não atrapalhava ninguém e era saudável, se é que existe vida saudável próxima às marginais. Passando por ela hoje, restava apenas o corte raso do tronco e uma paisagem deserta. Deve estar no caminho do progresso, mas sendo a calçada pública, não pertencia aquela árvore a toda a comunidade? Não poderia ter sido replantada?

JOSÉ OSVALDO MANTOVANI

/ SÃO PAULO

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.