''Rezando'' para a água não subir

As comportas da casa da aposentada Ana Martosa, de 78 anos, não foram capazes de segurar a água que transbordou do Córrego Aricanduva e alagou ruas no entorno da Avenida Itaquera, na zona leste. Em cinco minutos, a garagem encheu quase até o teto, mas não avançou à sala da casa, que fica no segundo andar. "Fiquei rezando para não subir mais", diz ela, que mora há 15 anos na Rua Iemanjá.

Paulo Saldaña, O Estado de S.Paulo

01 Março 2011 | 00h00

A água só baixou no fim da tarde e os reflexos no trânsito permaneceram. A diretora de creche Elisabete Aparecida Ignacio, de 53 anos, demorou cinco horas para ir de carro de Guaianases até o Jardim Anália Franco. "Tentei mais de quatro caminhos, gastei um monte de combustível e só cheguei em casa às 21 horas."

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.