Réu evita ver fotos de madrasta morta

Por volta das 19 horas de ontem, Gil Rugai levantou-se e colocou sua cadeira encostada na parede do plenário onde ocorre o júri popular, no Fórum da Barra Funda, zona oeste da capital. Posicionado de frente para a plateia - e não de lado, como esteve anteriormente -, o réu baixou a cabeça. Ele não queria ver a projeção de fotos de sua madrasta Alessandra Troitino morta. As imagens foram projetadas na parede. Ao fim, ele retornou ao seu lugar. Calmo, chegou a conversar com policiais militares responsáveis pela sua escolta e ajudou os advogados com documentos do processo. /A.F.

O Estado de S.Paulo

20 de fevereiro de 2013 | 02h04

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