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Restrições no tráfego de caminhões em SP começam em 45 dias

Com as novas medidas, estima-se que cerca de 45 mil caminhões deverão deixar de circular na cidade

Camilla Rigi, de O Estado de S.Paulo,

01 de abril de 2008 | 17h15

A Prefeitura de São Paulo anunciou na tarde desta terça-feira, 1º, as medidas em relação a circulação de caminhões na capital paulista. As restrições vão começar a valer em 45 dias, segundo o prefeito Gilberto Kassab. A estimativa é que cerca de 45 mil caminhões deixem de circular diariamente com as novas medidas, diminuindo os problemas da cidade com congestionamentos.  VEJA TAMBÉMO tráfego agora   As rotas alterantivas para fugir do congestionamentoAs obras e propostas de estacionamento da Prefeitura e opine   A primeira definição do aumento nas restrições é o horário. Em um perímetro ainda a ser definido pela Prefeitura, os caminhões não poderão circular das 5 às 21 horas. Essa área de tráfego pode ser a atual, de 25 quilômetros quadrados, mas com o novo horário, ou outra área não estipulada, que vai abranger 100 quilômetros quadrados, que, segundo a Prefeitura, pode ser entre a Avenida do Estado e a Marginal do Pinheiros. Com as novas medidas, caminhões com menos de 6,3 metros também não vão poder circular na área a ser estipulada. Hoje, esse tipo de caminhão, considerado veículo urbano de carga, não é obrigado a cumprir as exigências estipuladas à caminhões com mais de 6,3 metros de comprimento. O rodízio de placas, que vale para todos os automóveis, passará a vigorar para todos caminhões no centro expandido, segundo declarou o prefeito. Assim, nos horários considerados de pico, os veículos de carga não poderão circular em um dia da semana, de acordo com o número final da placa. Essas medidas fazem parte do pacote "anticaos" no trânsito de São Paulo, lançado no último dia 19 pela Secretaria dos Transportes. Entre as ações estão 19 obras viárias, a recuperação de 7 corredores de ônibus, proibição de estacionamento em algumas vias, a criação de 175 rotas alternativas e remoção de 167 lombadas.

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