Victor Vivacqua
Victor Vivacqua

Restrições contra a covid chegam ao fim em São Paulo nesta segunda-feira

Depois de quase 600 dias, Estado volta a permitir torcidas em estádios, eventos com pistas de dança e shows com público em pé; máscara segue obrigatória

João Ker, O Estado de S.Paulo

31 de outubro de 2021 | 18h10

São Paulo encerra nesta segunda-feira, 1º, as últimas restrições de público e eventos impostas pela pandemia do coronavírus, depois de quase 600 dias. A partir de agora, todos os estabelecimentos do Estado podem funcionar sem limites de lotação ou horário de funcionamento e festas com pista de dança, torcidas em estádios, shows com público em pé também estão autorizados. O uso de máscara facial, entretanto, segue obrigatório, assim como a exigência do "passaporte vacinal" em eventos com mais de 500 pessoas.

Com as novas liberações, todas as medidas de restrição impostas pelo Plano São Paulo chegam ao fim. Os municípios têm autonomia para seguir a flexibilização do Estado ou não. Na capital paulista, eventos com mais de 500 pessoas têm funcionado desde 1º de setembro, com a exigência do "passaporte vacinal".

São Paulo é hoje o Estado mais avançado na imunização. De acordo com os dados reunidos pelo consórcio de imprensa, com base no levantamento oficial da secretaria estadual de Saúde, 86,9% das pessoas acima de 18 anos já estão com a vacinação completa (duas doses ou dose única). O índice é 67,61% para a população geral.

O avanço da vacinação também tem diminuído o número de mortes, casos e internações. Neste domingo, 31, a taxa de ocupação nos leitos de UTI do Estado é de 26,6% e de 36,4% para a Grande São Paulo. 

Membros do Centro de Contingência da Covid-19 têm estudado a flexibilização do uso de máscaras no Estado. Apesar de ainda não haver uma data definida, a expectativa é que a medida seja implementada de forma gradual, a começar pela liberação em locais abertos, como parques. 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.