Resgate de trabalhadores soterrados em pedreira de Santos não será imediato

Deslizamento abriu cratera no solo e engoliu dois funcionários; risco de novos desabamentos ainda é alto

Marcela Gonsalves, Central de Notícias

12 de abril de 2011 | 15h22

SÃO PAULO - A Defesa Civil de Santos informou no início da tarde desta terça-feira, 12, que o resgate dos funcionários que foram soterrados na pedreira Max Brita na manhã de hoje não acontecerá imediatamente. Segundo o engenheiro Ernesto Tabuchi, o risco de novos desabamentos ainda é muito alto.

 

A companhia responsável pela pedreira contratou uma empresa que montará planos de análise de risco e de resgate. Além disso, outras duas empresas foram contratadas para fazerem a avaliação do local.

 

A pedreira está localizada na Rodovia Rio-Santos, no litoral sul de São Paulo. Por volta da 6h desta terça-feira um escorregamento soterrou dois funcionários que trabalhavam no local. O solo cedeu abrindo uma cratera. Outras duas pessoas conseguiram escapar.

 

De acordo com Tabuchi, ainda é muito cedo para dizer quais foram as causas do acidente, mas uma das hipóteses seria o excesso de chuvas no início do ano na região.

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