Relógio deve continuar no topo do Conjunto Nacional

Está perto do fim a novela que envolve o relógio no topo do Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, região central. O equipamento, instalado no local há 49 anos, deve permanecer na paisagem urbana da capital.

Luísa Alcalde, O Estado de S.Paulo

18 de junho de 2011 | 00h00

Nesta semana, o banco Itaú firmou um pré-acordo com a Prefeitura para retirar sua logomarca do relógio e sinalizou a intenção de pagar a manutenção do equipamento pelos próximos três anos. O custo mensal é de cerca de R$ 300 mil. O equipamento também passará por uma modernização. As lâmpadas de néon serão trocadas por de LED, com menor gasto de energia. Agora, falta o condomínio, dono da estrutura metálica que sustenta o relógio, concordar com os termos do pré-acordo.

Cidade Limpa. O caso se arrasta desde 2007, quando a Lei Cidade Limpa entrou em vigor. Na ocasião, a Prefeitura havia decidido que o Itaú tinha de retirar sua logomarca. No fim do ano passado, o Município aplicou multa de R$ 2,1 milhões ao banco por desrespeito à Lei Cidade Limpa após a pintura da logomarca em azul e amarelo.

Durante todos esses anos de pendência administrativa, a logomarca foi se desgastando e quase ficou apagada.

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