Regras para vacinação

UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE - CAMBUCI

O Estado de S.Paulo

22 de novembro de 2012 | 02h02

No dia 13 de novembro, uma terça-feira, levei meu filho, de 4 meses, para tomar a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) no posto da UBS Cambuci, na Liberdade. Mas as enfermeiras se negaram a aplicá-la, dizendo ser ordem da gerente da unidade a aplicação da vacina somente às quartas-feiras. Eu acreditava que era direito de todo cidadão o acesso às vacinas, mas pelo visto prevalece a burocracia no serviço básico de saúde. Neste mesmo posto, na primeira vacina do meu filho, se negaram a aplicá-la por ele não ter o cartão SUS, o que não era obrigatório. Espero que seja tomada alguma atitude contra a gerência da UBS do Cambuci por má administração.

RONALDO SANGIACOMO / SÃO PAULO

A Coordenadoria Regional de Saúde Centro-Oeste informa que os profissionais que trabalham na sala de vacina da UBS Cambuci seguem as normas técnicas da Coordenação de Vigilância em Saúde, que determinam um dia específico para a aplicação da vacina VIP, pelo fato de o frasco possuir um grande número de doses, com prazo de validade de poucas horas e baixa demanda, evitando o desperdício de doses após a abertura do frasco. Ressalta que o cartão SUS é solicitado a todos os munícipes, já que ele contém as informações necessárias para o acompanhamento do histórico dos pacientes na rede. Quem não possui o cartão, pode fazer um de imediato em qualquer unidade de saúde.

O leitor diz: O grande número de vacinas que a coordenadoria diz, na verdade, são 9 doses. Da forma descrita, parece que vivemos num país como o Congo ou Uganda, mas tudo bem, a gente não paga imposto para ter um serviço de saúde com qualidade, não é?

AES ELETROPAULO

Punição a cliente?

Como de costume, no dia 30 de outubro recebi um e-mail da AES Eletropaulo informando sobre a conta elétrica faturada, com vencimento em 16/11. Mas quase cai de costas ao saber o valor: R$ 1.543,80! São 3 pessoas na minha residência e a média de consumo mensal é em torno de 250 KWh a 300 KWh, no valor aproximado de R$ 150. No mesmo dia me dirigi ao posto de atendimento da AES Eletropaulo, com as últimas 3 contas e com as devidas anotações sobre o número do relógio e a posição dos ponteiros. A atendente que analisou minhas contas informou que, pelo fato de minha residência não ter acesso ao local de leitura do relógio há mais de 5 meses, foi calculada a média dos últimos 12 meses. Falei que sabia do procedimento, mas questionei o aumento de quase 1.200% no valor e que seria impossível esse consumo todo. Solicitei outra leitura e ela informou que o valor não seria reduzido e que, no máximo, ela poderia enviar um técnico para fazer a inspeção do medidor, ou seja, ver se ele estava funcionando corretamente. Ela informou ainda que a AES Eletropaulo faz isso sempre após 5 tentativas como forma de punir os clientes que não deixam o acesso ao relógio para medição. Não me nego a pagar o que utilizamos.

GILVAN SIPRIANO NOGUEIRA

/ SÃO PAULO

A AES Eletropaulo informa que uma equipe foi enviada ao local para outra medição. A fatura de outubro foi revisada para o valor de R$ 70,77, com vencimento para o dia 17/12. A concessionária ressalta que não teve acesso ao medidor de energia da residência do cliente por vários meses. De acordo com a Resolução 414, da Agência Nacional de Energia Elétrica, é dever do cliente permitir ou facilitar a visualização do medidor no momento da leitura.

O leitor comenta: Tive um péssimo atendimento no Posto da Eletropaulo, no dia 30/11. Quanto ao acesso do leiturista, já contratei um eletricista para fazer as devidas alterações.

ESTRADAS PAULISTAS

Atuação da polícia em xeque

Inúmeras vezes li críticas sobre a atuação da Polícia Rodoviária Estadual. Ao se utilizar exclusivamente do radar para multar motoristas, foi deixada de lado a vistoria das condições dos veículos e dos motoristas. A presença "marcante" dos policiais se restringe a viaturas com os faróis ligados e estacionadas vazias, nos acostamentos das principais estradas paulistas. Nas vicinais, nem isso ocorre. Quando há notícia sobre apreensão de armas, carga roubada, etc., deve-se à atuação da Polícia Rodoviária Federal, e não da estadual. Por último, o governo de São Paulo lançou há algum tempo, e com grande alarde, o sistema de radares inteligentes com bloqueios nas estradas. Apesar de viajar com frequência pela Castelo Branco, nunca vi nenhum bloqueio atuando, aliás, há pelo menos 20 anos, não sou parado para averiguação. Espero que a operação conjunta com a Rodoviária Federal traga de volta a Polícia Rodoviária Estadual eficiente e respeitada do passado.

FREDERICO FONTOURA LEINZ

/ RIO DE JANEIRO

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