Régis Bittencourt tem mais 3 km duplicados na Serra do Cafezal

Foi aberto ao tráfego um trecho na segunda pista da rodovia, entre Juquitiba, na Grande São Paulo, e Miracatu, no Vale do Ribeira

José Maria Tomazela, O Estado de S. Paulo

01 Agosto 2014 | 18h22

SOROCABA - Um dos maiores gargalos rodoviários do Estado de São Paulo, a Serra do Cafezal, na rodovia Régis Bittencourt (BR-116), tem mais um trecho duplicado. Foram abertos ao tráfego, nesta sexta-feira, 1º, três quilômetros da segunda pista da rodovia, entre Juquitiba, na Grande São Paulo, e Miracatu, no Vale do Ribeira. A estrada, principal ligação da capital paulista com Curitiba e os Estados do sul, ficou conhecida como "rodovia da morte" em razão do elevado número de acidentes. 

O trecho duplicado tem dois segmentos, entre o km 363 e o km 361,5, e entre o km 349 e o km 347,5, no sentido de Curitiba. A pista tem quatro novos viadutos. Outro trecho com cerca de 3,5 quilômetros e mais cinco viadutos, será entregue em 60 dias. Prosseguem também as obras de construção de três túneis previstos no projeto de duplicação. O maior deles, com 800 metros, está em obras no km 357, em Miracatu. No mesmo trecho estão dois grandes viadutos que somam 1,2 km de extensão.  

Com a conclusão dos trechos já iniciados, faltará a duplicação de oito quilômetros na parte central da serra para se completar a duplicação. A obra, a mais importante do contrato de concessão firmado pelo governo federal com a Autopistas Régis Bittencourt, do grupo Arteris, estará concluída até fevereiro de 2017.

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