Referendo e mais controle param no Congresso

Diferentes projetos relativos ao uso de armas no Brasil apresentados após a tragédia de Realengo, em abril, estão parados no Congresso. Um deles, do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), propunha um novo plebiscito sobre a comercialização de armas de fogo e munição no dia 2 de outubro. A iniciativa foi apresentada cinco dias após o massacre, porém, não saiu da Comissão de Constituição e Justiça.

O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2011 | 03h03

O presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), diz que não houve pedido de urgência ao projeto e ressaltou que há mais de 600 iniciativas para serem colocadas na pauta e outras prioridades, como o projeto de Reforma Política e o Código Florestal.

Outro projeto de lei que segue parado é o que torna obrigatória a instalação de portais de raios X nas escolas do País. Educadores questionam sua eficácia. Pelo projeto, o aluno que se negar a passar pelo detector de metais não vai entrar na escola. Para a professora da Faculdade de Educação da Unicamp, Angela Soligo, não é uma saída. "É só constrangedor." /MÁRCIO PINHO

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