Reembolso por atraso

Saberiam me informar, por gentileza, qual instância é responsável por fiscalizar a qualidade na prestação de serviços e atendimento dos Correios? No dia 8/4, enviei uma documentação via Sedex 10. Ela foi enviada dentro do horário-limite para que pudesse ser entregue no dia seguinte até as 10 horas. O custo foi de R$ 24,50, valor mais alto do que se fosse postado pelas vias normais. Porém, a encomenda chegou na tarde desse dia em Curitiba (PR), diferentemente do que foi combinado. Desde então, quase todos os dias, foram inúmeras ligações para os Correios. Não obtive nenhum retorno ou um contato proativo da empresa. Depois de muita insistência e uma reclamação na Ouvidoria, recebi um e-mail que falava no pagamento de uma restituição de menos de R$ 60 em 7 dias úteis. Mas esse prazo já expirou há dias. Não bastasse esse fato, os Correios permanecem em silêncio, sem fazer contato e, principalmente, sem dar uma resposta ao caso. Pelo telefone, sempre pedem para que eu aguarde por mais 5 dias úteis. Não sei mais a quem recorrer. Os atendentes não permitem que eu entre em contato com outro setor que não seja o Fale com os Correios. Gostaria de falar com a Ouvidoria ou com algum responsável. Agradeço qualquer dica que possa me levar a uma resposta mais esclarecedora do que o usual "aguarde".

, O Estado de S.Paulo

12 de junho de 2010 | 00h00

TATYANE NUNES / SÃO PAULO

O diretor regional da São Paulo Metropolitana dos Correios, José Furian Filho, responde que, por causa do atraso da entrega da encomenda, foi providenciada a restituição da tarifa em dobro, no valor de R$ 49, conforme previsto para o serviço e informado à cliente sra. Tatyane em 14/5.

SALÁRIO BLOQUEADO

Problemas com a Receita

A Receita Federal do Brasil (RFB) bloqueou o meu salário por uma dívida de R$ 11 mil que não consegui pagar. Morava em São Paulo e me mudei para Pelotas (RS) no início do ano. Declarei o Imposto de Renda (IR) indicando meu novo endereço. Tentei várias vezes que me mandassem o boleto para o novo endereço, mas a RFB não me deu atenção e não tenho como provar nada. Os advogados que consultei me disseram que não poderiam fazer nada. Não tenho dinheiro para pôr gasolina nem para comprar comida. Sou médico e nunca recebi um centavo de restituição de IR por causa dos meus 6 dependentes. Quem está roubando de quem?

MIGUEL DIAS / PELOTAS

A Receita Federal do Brasil não respondeu.

O leitor comenta: O problema continua e virou uma bola de neve. Consegui contratar um advogado e ele fez uma liminar, em 19/5, para o juiz de Guará (SP). Esse juiz bloqueou meu salário via internet. Quando ligo para Guará, estagiários dizem que o processo está na Procuradoria de Franca, e funcionários desse local, por sua vez, dizem que o processo está em Guará.

IPVA

Débito indevido

Em 25/3 adquiri um veículo Ford Fusion. Paguei à vista o IPVA, com desconto de 3%, e a nota fiscal do carro foi emitida no mesmo dia. Mas a Secretaria Estadual da Fazenda está me cobrando R$ 106,11, pois alega que paguei o IPVA em 26/3 e fiz o registro em 9/3. Entrei com um recurso com as cópias dos documentos. Esse erro deles irá me prejudicar quando eu for receber o crédito da Nota Fiscal Paulista.

ALFREDO RAYES / SÃO PAULO

A Secretaria Estadual da Fazenda não respondeu.

O leitor comenta: O débito indevido continua.

MÃO ÚNICA

Pedido negado

Os moradores da Rua Francisco da Boaventura fizeram um abaixo-assinado e anexaram uma carta da Escola Santa Tereza, localizada no local, para solicitar à CET a inversão da mão de direção dessa rua. Ela é estreita e virou um atalho para o viaduto sobre a Via Anhanguera, sentido Lapa e marginais. Os motoristas não obedecem à sinalização que indica duas ruas acima (bem mais largas) como caminho natural para chegar ao viaduto. As calçadas, estreitas e desniveladas, não têm condições de aguentar tanta intensidade de tráfego e há risco de atropelamentos no local.

NELO CHINAGLIA / SÃO PAULO

A CET informa que foi negada a instalação de sentido único na rua citada porque não há outra via que possa receber o fluxo que ficaria proibido com essa restrição. Diz que elaborou um projeto para proibir o estacionamento em um dos lados dessa rua para aumentar a sua capacidade de escoamento e comportando, dessa forma, os fluxos em ambos os sentidos.

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