Recadastramento difícil

SERVIÇOS DA SPREV ESTÃO SEMPRE INOPERANTES

O Estado de S.Paulo

13 Março 2013 | 10h16

Minha esposa e eu somos funcionários públicos civis aposentados e recebemos pela Secretaria da Fazenda, até a criação do SPPrev, empresa encarregada de fornecer os holerites de nossos vencimentos. Sempre fazemos recadastramento no Banco do Brasil. Recentemente resolveram fazer um recenseamento entre os beneficiários, ocasião em que verificamos ser uma arbitrariedade suspender (ameaçaram por telefone!) nossos vencimentos, caso não fôssemos pessoalmente nos recensear. Por termos dificuldade de locomoção, pois somos idosos, não nos negamos, todavia, de receber o recenseador em nosso domicílio, havendo necessidade apenas de agendamento pela internet, o que não é possível, pois o sistema está sempre está inoperante.

JOSÉ ALVARO PEREIRA AMARAL / SANTOS

A Assessoria da São Paulo Previdência (SPPrev) informa que o recenseamento dos beneficiários tem base na Lei Federal nº 10.887/04, que institui, a cada 5 anos, o recenseamento de todos os aposentados e pensionistas do respectivo regime. Os beneficiários têm sido convocados a comparecer a um dos 17 postos fixos do Estado de São Paulo. Para o recadastramento de pessoas impossibilitadas de se locomover que residam no Estado, a SPPrev põe à disposição o serviço de recadastramento domiciliar, quando ainda é feito o recenseamento dos beneficiários. A solicitação deve ser feita antes do mês de recadastramento, encaminhando à SPPrev o atestado médico que comprove a impossibilidade de locomoção.

O leitor diz: Continuamos na estaca zero. Nos telefones 0800 indicados para agendamentos, quando funcionam, a atendente responde que o sistema está inoperante. E ainda não encontramos endereço algum dos postos mencionados.

CEL. EUSÉBIO QUEIROZ

Carros na contramão

Escrevo aos responsáveis pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os senhores já viram a média de carros que entram na contramão da Avenida Angélica em direção à Rua Coronel Eusébio Queiroz, até as 20 horas, diariamente? Acredito que sejam entre 58 e 122 veículos. Já reclamei anteriormente, mas de nada adiantou. É necessário que haja um agente da CET para regularizar essa situação o mais rápido possível.

JAIR MARQUES / SÃO PAULO

A CET informa que a região de Higienópolis é monitorada e fiscalizada periodicamente pelas equipes de campo da CET. Como parte dessas ações, no período de 18 a 28 de fevereiro deste ano foram registradas 179 autuações e realizadas 218 remoções de veículos na Avenida Angélica por diversas infrações, inclusive por transitar na contramão no cruzamento com a Rua Coronel José Eusébio. De todo modo, a fim de coibir eventuais desrespeitos ao Código de Trânsito Brasileiro, agentes de trânsito da companhia vão intensificar a fiscalização no local.

O leitor reclama: Tudo está na mesma. Não houve aumento de fiscalização e os carros continuam a entrar na contramão. Até quando?

OBRA DO METRÔ

Barulho de madrugada

Todos os dias, por volta da 5h30, caminhões de uma empresa de terraplenagem seguem pela Rua Ilamonia fazendo um enorme barulho, atormentando de forma desrespeitosa o descanso dos moradores da região. A empresa é contratada do Metrô para as obras da estação na Avenida Ibirapuera. Peço ao Metro que adote providências para que isso deixe de ocorrer. RUBENS MOHIB ELIAS

/ SÃO PAULO

O Metrô esclarece que, em atendimento às exigências impostas pela Licença Ambiental do empreendimento, o Consórcio Heleno & Fonseca - Triunfo realiza monitoramento de ruído e também supervisiona a movimentação de caminhões adotando medidas para eliminar e/ou minimizar os impactos gerados pela obra.

O Metrô monitora essas ações, atuando para coibir excessos. A Companhia do Metrô ressalta que está sempre à disposição para atender à comunidade.

O leitor relata: O barulho aumentou assustadoramente, pois os caminhões passaram a circular também no horário noturno e no início da madrugada. Detalhe, eles passam bem devagar nas 5 valetas com a caçamba vazia (vão retirar terra e cascalho das obras) provocando um enorme estrondo.

Esclarecimento: Com relação à replica da leitora sra. Eva Oliveira, publicada no dia 8 de março neste espaço (Bicicletas no Metrô - dificuldades na Linha-4 - onde ela afirma que pode usar a subida e a descida da escada rolante da Linha Verde para transportar sua bicicleta no Metrô), a Imprensa do Metrô esclarece que, no sistema metroviário, o ciclista só pode utilizar a escada rolante no sentido subida. Na descida, o ciclista deve usar as escadas fixas.

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