JF Diorio/AE
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Reabre em agosto o Solar da Marquesa

Local onde a nobre morou passou três anos em reformas, ao custo de R$ 2,4 milhões

Cristiane Bomfim, O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2011 | 00h00

A Prefeitura de São Paulo concluiu a restauração do Solar da Marquesa de Santos, no centro da capital paulista. O local, que está fechado desde 2008 para reforma, só será aberto à visitação em agosto com uma exposição sobre a dona do imóvel entre 1834 e 1867, Domitília de Castro Canto e Melo (1797-1867).

Segundo a Secretaria Municipal de Cultura, o prédio está em fase de retoque. Hoje, o que se vê é a fachada de um prédio residencial típico do século 18, com pintura recente em tom salmão e portas fechadas.

A secretaria informou que o custo da reforma é de R$ 2,4 milhões - R$ 500 mil a mais que o previsto no início do projeto. O encarecimento deve-se a adaptações no contrato com a empresa escolhida para realizar a obra. Desde 2008, a entrega do Solar foi adiada várias vezes por conta de mudanças no método de restauro e até a descoberta de vestígios arqueológicos.

Ao lado do Solar, na Casa Número 1, cerca de 50 operários trabalham de segunda a sexta-feira na reforma, que começou em julho de 2009. "Vai levar pelo menos uns três meses para terminar", contou um operário que não quis se identificar.

A secretaria afirma que a conclusão será no segundo semestre deste ano. A restauração vai custar R$ 3,4 milhões e o imóvel vai abrigar a Casa da Imagem de São Paulo, responsável pela preservação e mostra de todo o acervo fotográfico da capital.

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