Radar erra velocidade

LOMBADA ELETRÔNICA EM PERDIZES

O Estado de S.Paulo

24 de outubro de 2012 | 03h01

Em 13 de outubro constatei que a lombada eletrônica localizada na Rua Cardoso de Almeida, em frente à Rua Tácito de Almeida, no sentido da Avenida Dr. Arnaldo, marca velocidade muito superior à real. O problema ocorre pelo menos na pista da direita. Passei de automóvel à tarde no local e, atento ao limite de velocidade, vi que o velocímetro do carro marcava exatos 40 km/h. O GPS, que é mais preciso, marcava 35 km/h. E a lombada eletrônica marcou 45 km/h! É um absurdo a existência de um equipamento - que deveria ser preciso e é aferido pelo Inmetro/Ipem - em tais condições, que certamente impõe injustas multas por excesso de velocidade a condutores que estão dentro da velocidade regulamentada para o local.WALTER CUNHA MONACCI / SÃO PAULO

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informa que todos os equipamentos de fiscalização eletrônica (radares) em operação são periodicamente aferidos, com certificação do Ipem/Inmetro. No local reclamado existe uma lombada eletrônica que, na data informada pelo leitor (13 de outubro), apresentava-se em perfeito funcionamento, devidamente aferido pelo Inmetro/Ipem. A última aferição nesse radar ocorreu em julho, com validade de 12 meses. Não há registro de problemas com essa barreira eletrônica.

O leitor contesta: A evasiva da CET mostra que a companhia não se deu ao trabalho de apurar o fato. Na ocasião, fotografei a velocidade marcada pela lombada eletrônica e pelo GPS e confirmei o erro! No que tange à alegada aferição do equipamento pelo Ipem-SP, esta não isenta o equipamento de apresentar defeito.

A CET NÃO FAZ NADA

Cruzamento perigoso

Reiterando minha reclamação publicada no dia 5/10, há mais de cinco anos solicito à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e à Prefeitura a instalação de um redutor de velocidade na Rua Emílio de Sousa Docca, entre as Ruas Otávio Teixeira Mendes Sobrinho e Tenente Coronel Antonio Braga. Respondendo aquela reclamação à Coluna, a CET informou que faria vistorias no local para verificar a necessidade de complementação da sinalização existente. Nada foi feito. Será que a CET só tomará providências depois que acontecer uma tragédia no local?

RALF NUNES / SÃO PAULO

A CET mantém a resposta anterior e afirma que fará novas vistorias no local nos próximos dias, a fim de verificar a necessidade de complementação da sinalização existente. Informa que instalou, em 2011, projetos de sinalização na

Rua Emílio de Sousa Docca referentes à colocação de três lombadas. Neste ano, executou um projeto de sinalização de área escolar para um colégio localizado nessa rua.

O leitor reclama: A CET faz afirmações falsas, pois não executou nenhuma vistoria no trecho citado - no dia 19/10, em outro acidente no local, dois carros colidiram no cruzamento entre as Ruas Emílio de Sousa Docca e a Tenente Coronel Antonio Braga. A CET age com descaso e desrespeito.

UBS CUPECÊ

Demora e mau atendimento

Constantemente marco consultas na UBS Cupecê, localizada na Avenida Santa Catarina, mas, nos últimos tempos, a situação tem andado impossível. A unidade possui dois clínicos gerais, mas, como um deles está de licença, a demora para agendar uma consulta é enorme. Após uma longa espera, consegui agendar com o clínico para o dia 9/10. No entanto, nesta data o médico faltou ao trabalho e fui obrigada a remarcar a consulta para o dia 31/10! Ora, são quase três meses para ver o médico! Como recebo remédio de uso contínuo, sem a consulta e a receita do médico não posso retirar o medicamento. Tentei me informar com uma funcionária da unidade para saber se algo poderia ser feito, mas ainda tive de aguentar a falta de educação e o descaso por parte dela, que, evidentemente, não tem o menor preparo para lidar com os pacientes. De forma ríspida, disse que nada poderia ser feito e que eu teria de aguardar. Ela ainda fez chacota, afirmando que o medicamento é barato e que eu deveria comprá-lo em qualquer farmácia.

NATALINA MENDES SCHUMAN

/ SÃO PAULO

A Coordenadoria Regional de

Saúde Sudeste informa que a

consulta da leitora foi realizada no dia 22 de outubro.

A leitora relata: A consulta foi anteontem. Mas é uma pena ter de recorrer à mídia para poder ser atendida com um pouco de boa vontade (sem querer que ninguém faça nada além do seu trabalho).

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