Químico viajava sempre por Congonhas

Claudemir Arriero era casado e tinha dois filhos adolescentes

Daiene Cardoso, estadao.com.br

18 de julho de 2007 | 13h41

O químico Claudemir Arriero, de 39 anos, era mais que um sobrinho para Waldemar Buzaneli, de 64 anos. "Ele era o mais próximo. Era um menino bom demais", lembra o tio. O químico é uma das 190 vítimas do acidente da TAM.     Claudemir tinha dois filhos adolescentes, era casado, morava em São Paulo e trabalhava em Jundiaí. Segundo o tio, ele viajava constantemente pelo Aeroporto de Congonhas para o Rio Grande do Sul e outras regiões do País a trabalho. "Quando vi o acidente pela TV logo pensei nele, porque ele está sempre viajando. Ele sempre vai pra lá. De madrugada, me ligaram confirmando", disse Waldemar.   A família do químico vive agora o trauma de ter de reconhecer o corpo. "Todo mundo está chocado demais. A gente nunca espera esse tipo de coisa", desabafa o tio.

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