Queda constante de energia

JARDIM MARAJOARA

O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2012 | 03h02

A rua em que resido, no Jardim Marajoara, sofre com a constante queda de energia. O circuito ao qual ela está ligada tem apresentado excessivas panes. Seja em dias com ventania e chuvas, seja em dias normais. Notamos que, no bairro, apenas esta rua tem apresentado esse problema. Mandei reclamação à Ouvidoria da AES Eletropaulo, que me pediu uma série de informações sobre o caso, mas não faço relatório detalhado de todas as ocorrências de falta de energia na rua. O que soubemos de uma das equipes da Eletropaulo que esteve por aqui foi que o circuito ao qual a rua está ligada é de uma linha que vem do Alto da Boa Vista e que este trajeto é muito suscetível à queda na rede elétrica da região. O religador automático tem se mostrado solução interessante, mas alguns equipamentos não suportam o liga/desliga em curto espaço de tempo. Em 11/4 a energia da rua foi interrompida e a Eletropaulo informou que o retorno levaria mais de dez horas.

RAJKO VOJVODIC / SÃO PAULO

A Eletropaulo esclarece que a interrupção do dia 11 de abril foi causada por uma queda de árvore de grande porte na Rua Manoel dos Reis Araujo. Os técnicos da concessionária tiveram de reconstruir a rede, o que implicou no tempo de restabelecimento.

O leitor relata: Sobre a ocorrência do dia 11, a resposta foi clara. Porém, as ocorrências anteriores não foram respondidas. O fato é que sistematicamente a Rua Sergio Milliet fica sem energia elétrica, enquanto as outras ruas do mesmo bairro não apresentam tal problema.

JABAQUARA

Fornecimento de água falho

Registro minha indignação com a Sabesp. Há um mês, no prédio em que resido no Jabaquara, há oscilações no fornecimento de água. Técnicos já identificaram em outra ocasião que o problema é por causa da pouca pressão, mas necessitamos de análise detalhada e uma solução definitiva. O desgaste tem sido enorme. A cada contato com a empresa são passados inúmeros protocolos, mas nada de um posicionamento sobre o caso. A empresa não sabe personalizar um atendimento, capacitar melhor seus profissionais e muito menos disfarçar as informações desencontradas.

IVEILYZE C. DE OLIVEIRA

/ SÃO PAULO

O superintendente da Unidade de Negócio Sul da Sabesp, Roberval Tavares de Souza, informa que o desabastecimento ocorreu em razão de um vazamento não visível detectado por meio de geofonamento (pesquisa de vazamento não visível), executado em 21/4. O conserto foi feito em 22/4, solucionando o problema apontado pela leitora, que confirmou que a situação estava normalizada.

A leitora comenta: Tenho que retificar o posicionamento da Sabesp. A primeira visita dos técnicos ocorreu em 18/4, para o reconhecimento do local, sendo identificados de imediato os vícios relatados na reclamação. Em 19/4 instalaram um aparelho no registro para medir a pressão da água. Dia 23/4 retornaram para conferir as medições e trocar o ramal de abastecimento para outro de maior pressão. Não fomos notificados da visita de 21/4 e não recebi nenhum contato da Sabesp, o que impossibilita a confirmação da normalização do fato. O abastecimento foi normalizado apenas em 23/4, porém, não considero o caso encerrado, enquanto não receber um laudo.

RODÍZIO DE VEÍCULOS

Multa indevida

Tenho dispensa do rodízio desde 2006. Acontece que no ano passado recebi uma multa de circulação em horário não permitido. Encaminhei toda a documentação necessária em 18 de junho de 2011, amparado na lei que já me beneficiava. Em setembro recebi novamente o boleto para pagar a multa indevida. Recorri novamente e, desde então, consta no site da Secretaria da Fazenda a pendência "em análise" do caso, o que me impede de fazer o licenciamento sem o pagamento da respectiva multa.

RICARDO GALVÃO / SÃO PAULO

A Secretaria Municipal dos Transportes (SMT) e o Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) informam que o recurso referente ao caso do leitor, protocolado no dia 17 de abril, continua em análise. Afirmam que, dentro de 30 dias, será endereçada ao munícipe uma notificação com o resultado do julgamento.

O leitor reclama: O recurso está sendo analisado desde julho de 2011, ou seja, faz nove meses que estão nesse lengalenga. É um verdadeiro absurdo o descaso e o desrespeito ao contribuinte.

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