Quebra-quebra deixa loja do Pari semiaberta

Temendo novos protestos contra o fechamento da Feira da Madrugada, lojistas do Pari, no centro da cidade, trabalharam com as portas semiabertas na manhã de ontem. O pátio onde funciona a feirinha foi fechado na sexta-feira pela Prefeitura para fiscalização de produtos piratas, contrabando e sonegação. Ontem, cerca de 300 comerciantes se reuniram novamente para acompanhar a vistoria dos boxes e reivindicar a reabertura do centro.

, O Estado de S.Paulo

09 de agosto de 2011 | 00h00

De maneira pacífica, eles se aglomeraram na frente de uma das entradas da feira, na Rua Monsenhor Andrade. Mesmo assim, parte dos lojistas da região estava com receio. "No sábado vieram com tudo para essa parte da rua", disse Sofia Cortéz, dona de uma loja de roupas a uma quadra da feirinha. A galeria onde está instalada fechou com o quebra-quebra.

Em nota, a PM informou que não foram registradas ocorrências na manhã de ontem e "o efetivo alocado para aquela região tem sido suficiente para atender às demandas". Não há prazo para o término das operações na feirinha mas, segundo a Prefeitura, parte dos 4111 boxes deve ser reaberta até sexta-feira. Até sábado, 23 mil produtos piratas haviam sido apreendidos.

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