Werther Santana/Estadão
Werther Santana/Estadão

Que tal conhecer uma loja de discos para variar

O Dia da Loja de Discos está chegando e São Paulo é certamente um dos lugares mais legais para quem gosta de música

Daniel Fernandes, São Paulo

21 de março de 2019 | 19h49


Olá pessoal, tudo bem?

O Dia da Loja de Discos (não sei o motivo, mas não gosto dessa tradução do inglês, preferia chamá-lo de Record Store Day) está próximo – será em 13 de abril. 

Concebido em 2007 como uma forma de celebrar a música, quem vende música e, sobretudo o ato de comprar um disco, o evento hoje ocorre literalmente ao redor do mundo, mas desconfio que não chegou ainda na Antártida. Fato é: goste ou não de música, quem tem mais de quarenta anos (iria falar trinta, mas fiquei inseguro) vai se lembrar do primeiro disco que comprou na vida. No meu caso, foi um álbum dos Paralamas do Sucesso, que se chama Selvagem? A primeira fita K-7 foi do Ramones, mas ela veio com um álbum de músicas românticas gravado...

Mas essa é outra história.

Aproveitando que o Dia da Loja de Discos se aproxima, e que entramos no outono (não sei o motivo de escrever isso), resolvi sugerir a vocês leitores um ótimo passeio: o proporcionado pela música, mais especificamente pela música que sai de um icônico disco de vinil. Vamos nessa?

Em matéria publicada no começo do ano passado, mais ou menos nessa época, a repórter Priscila Mengue publicou no Estadão uma ótima matéria sobre o tema. A constatação da repórter era que a ‘vinilmania’ dava fôlego para o surgimento de bares e até clube de assinatura. Na matéria há uma menção muito legal ao restaurante e loja Conceição Discos, na Vila Buarque. Mas qualquer lista desse tipo não pode deixar de mencionar o Casarão do Vinil. Uma reportagem do Divirta-se também do ano passado fala sobre o local e também indica outros locais próximos da loja, como a Hospedaria.

Outra parada obrigatória, para quem gosta de música, é a Galeria do Rock. Por lá, instalada desde 1978, a Baratos Afins foi também uma das primeiras gravadoras independentes do Brasil. Uma ótima matéria do Estadão PME, sobre os empreendedores de nicho que atuam em marcos históricos de São Paulo, conta a história da loja e de seu fundador, Luiz Calanca.

Combina ou não combina? Especialmente para mim, música boa tem tudo a ver com um bom bar para colocar as ideias em dia, como fazem os ingleses. Falei sobre isso em uma coluna, aliás, que você pode conferir aqui. E vocês, caros leitores, são pessoal de sorte. O Divirta-se acabou de publicar um lista nova em folha sobre bares muito legais na região central da nossa querida cidade. O repórter Humberto Abdo me recomendou o Buraco, mas outra repórter aqui da nossa área, a Letícia Ginak, disse que ele não combinava comigo e que eu deveria ir até o Fel mesmo.

Fiquei sem entender....

E Para entrar no clima da coluna que tal se vocês colocassem nos comentários qual foi o primeiro disco que você comprou? Tá bem, em época de apps de música, vale dizer qual foi a primeira música que você chamou de sua.

Um abraço e até a próxima semana

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