Quatro continuam internados após Parada Gay em São Paulo

Três das vítimas foram agredidas durante o evento que reuniu mais de 3 milhões, segundo os organizadores

Fabiana Marchezi, Central de Notícias

15 Junho 2009 | 13h31

Ao menos três pessoas foram agredidas e uma passou mal no último domingo, 14, durante a 13ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. As quatro continuam internadas nesta segunda-feira, 15, na Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. De acordo com o hospital, o caso mais complicado é o de Marcelo Campos Barros, de 35 anos, que sofreu traumatismo craniano, passou por uma cirurgia nesta madrugada e continua em estado grave. Não há previsão de alta.

 

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Daniel Oliveira, de também 35 anos, está internado com ferimentos no corpo, mas passa bem e deve receber alta ainda nesta segunda. Mauricio Pereira Silva, de 17 anos, sofreu politraumatismo, mas seu estado é estável e ele também deve receber alta nesta segunda. Já Adriano Aparecido Souza Cordeiro, de 27 anos, sofreu um mal súbito e segue em observação.

 

Ainda no domingo, pelo menos 21 pessoas ficaram feridas após a Parada Gay com a explosão de uma bomba caseira no Largo do Arouche, no centro da cidade. As vítimas, que tiveram ferimentos leves, foram encaminhadas aos hospitais Santa Casa, Barra Funda e Servidor Público Municipal, mas já receberam alta.

 

Um grupo de aproximadamente 100 pessoas comemorava a participação na 13ª edição do evento quando a bomba explodiu. O grupo estava parado ouvindo música alta e dançando em frente de prédios residenciais quando foi atingido.

 

(Com Paulo Maciel)

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