Quando o Sunset vale a pena

1. Cibelle e Cia.

O Estado de S.Paulo

25 de setembro de 2011 | 03h01

A interpretação da música A Carne, conhecida com Elza Soares, foi

vigorosa, um dos pontos altos da programação de ontem.

2. Nação Zumbi e

Tulipa Ruiz.

Faltou a força dos tambores de maracatu na apresentação, mas a

canção Efêmera valeu a presença da paulistana no festival.

3. Esperanza Spalding e Milton Nascimento. Milton não estava com aquele vozeirão todo, mas Maria Maria, com os dois nos vocais, foi arrasadora. Ao final, Esperanza ainda ganhou uma declaração de amor: "Esta é minha nova companhia para a vida toda", disse Milton.

4. Discurso de Marcelo Yuka. O ex-líder do Rappa é um eterno indignado - e seus discursos pegam bem em festivais para onde o mundo todo olha. "Não acredito em paz armada. Não acredito em UPPs baseada em tiros", falou sobre as Unidades de Polícia Pacificadora do Rio, antes de cantar Minha Alma.

5. Sem muvucas. Os shows nunca estão lotados, sobretudo no início da tarde. Não sabemos se o artista curte, mas o público que quer prestar atenção nas reuniões inéditas promovidas neste espaço agradecem por não terem de disputar cada centímetro com um vizinho.

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