Psicóloga empresta casa para não ter garagem bloqueada

A psicóloga financeira Patrícia Chedid, de 50 anos, moradora do Morumbi, sempre teve problemas com carros estacionados na porta de casa em dias de jogos e shows. Certa vez, chegou de viagem e um flanelinha havia ocupado toda a frente da residência. "Eram mais de 11 carros. Não conseguia entrar na minha própria casa."

O Estado de S.Paulo

12 de novembro de 2012 | 02h01

Para resolver o problema, ela fez um acordo com o filho do segurança da rua. Ela permite que até quatro veículos estacionem em sua garagem e fica por conta de João Cléber Vir, de 19 anos, garantir que seu carro não seja fechado e a grama permaneça intacta. "Ele ganha um pouco de dinheiro e eu ganho minha paz, meu sossego. É um jeito também de ter certeza de que os flanelinhas não vão tomar a rua."

Patrícia conta que já ouviu casos de residências transformadas em estacionamento - e banheiros - quando estão vazias.

Entre shows e jogos, João prefere as apresentações. "O São Paulo não deu muito lucro neste ano." / J.D.

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