Ricardo Chapola/Estadão
Ricardo Chapola/Estadão

Protesto contra leilão de Libra e a favor da educação tem presos e feridos em SP

Segundo a PM, cerca de 150 pessoas participavam do ato; confronto começou por volta de 21h

Mônica Reolom, O Estado de S. Paulo

21 de outubro de 2013 | 22h31

SÃO PAULO - Ao menos três pessoas foram presas e dois jornalistas foram agredidos em protesto contra o leilão do pré-sal e por melhorias na educação no centro de São Paulo nesta segunda-feira, 21. A manifestação, que começou às 19h no vão livre do Masp, chegou às 21h na Praça da República e reunia cerca de 150 pessoas. Dois grupos organizavam o ato: Outubro Negro Contra a Corrupção e Um Milhão pela Educação.

O confronto com a Polícia Militar começou às 21h15, após um mascarado jogar uma pedra contra uma agência bancária. A PM usou gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes. Com a correria, um grupo ateou fogo em uma carrocinha de papelão.

Os manifestantes voltaram à Praça da República às 21h30 e bloquearam a Avenida Ipiranga. Eles ficaram frente a frente com policiais e gritavam palavras de ordem. A PM bloqueou as entradas e saídas do Metrô República, orientando os usuários a utilizarem a estação Anhangabaú.

Por volta de 21h45 um manifestante jogou pedaços de vidro nos policiais e um novo confronto teve início.

O fotojornalista Adriano Lima foi atingido com um cassetete no rosto e a fotógrafa Marlene Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, teve sua câmera quebrada no confronto com policiais.

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