Proprietária diz que é difícil manter imóvel tombado

'É fácil condenar a reforma, mas morar aqui ninguém quer', reclama ela sobre falta de reformas

Diego Zanchetta, O Estado de S.Paulo

12 Dezembro 2011 | 23h10

SÃO PAULO - Proprietários de casas na região de Perdizes que entraram em processo de tombamento reclamam da dificuldade em manter um imóvel que não pode passar por qualquer reforma sem autorização oficial. Eles reclamam da desvalorização das casas. Cinco estão fechadas, à espera de comprador ou inquilino.

"Eu já fiz todo tipo de reforma e não consigo resolver a infiltração no teto dos quartos. Para quem mora em um prédio do bairro e gosta de andar na rua encantado com sobradinhos antigos, é fácil condenar a reforma. Mas morar aqui dentro ninguém quer", reclama Vera de Almeida Maluf, de 60 anos, dona de um sobrado construído em 1942 na Rua Cardoso de Almeida.

A maior parte dos imóveis em processo de tombamento está preservada. Além das 38 residências que entraram em processo de tombamento, o Conpresp também tenta proteger o prédio do Colégio Santa Marcelina na Rua Cardoso de Almeida.

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