Proposta é alvo de crítica de Colômbia e Venezuela

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, criticou a proposta uruguaia por ser "unilateral e sem um enfoque comum" aos países da região. "Se um país legaliza e outro país tem uma legislação que proíbe totalmente, criam-se distorções, que muitas vezes tendem a agravar o problema", disse. A Colômbia e o Peru são hoje os maiores produtos de cocaína do mundo. A justificativa uruguaia para liberar a maconha é justamente combater o aumento no consumo da pasta-base de cocaína.

O Estado de S.Paulo

22 de junho de 2012 | 03h04

Já o ministro venezuelano do Interior, Tareck El Aissami, também criticou a proposta. "Essa é uma medida defensiva, não preventiva." O Estado procurou o governo brasileiro, que não se posicionou sobre o assunto. Outros países, incluindo Estados Unidos, tampouco falaram. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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