Propaganda enganosa

SEM PARAR/VIA FÁCIL - COBRANÇA POR TROCA DE TAG

O Estado de S.Paulo

02 de fevereiro de 2013 | 02h03

Em 14/1 fui trocar meu TAG do Sem Parar na loja do Posto BR, na Rodovia Ayrton Senna, e fui vítima da ineficiência dessa empresa. A atendente, conversando displicentemente no telefone, fez a troca do equipamento e não me deu nenhuma orientação. Detalhe, a propaganda enganosa do serviço diz: "Pegue e saia usando". Ledo engano. Ao passar pelo pedágio, para minha estupefação, fui barrado, tive de encostar o carro e pagar em dinheiro. Só então soube que eu tinha de esperar 48 horas pelo desbloqueio. Pergunto: saia usando quando? Essa informação deveria ter sido dada pela displicente atendente da loja. E por que, já sendo cliente do sistema, tenho de pagar R$ 44 de taxa pelo novo TAG?

MARCO ANTÔNIO VELOSO / SUZANO

O Sem Parar/Via Fácil informa que a manifestação foi encaminhada à concessionária responsável pela rodovia e, após análise, foi constatada falha na leitura no momento da passagem do cliente, impedindo a abertura da cancela. Afirma que a concessionária vai reorientar seus colaboradores quanto às instruções prestadas ao usuário. Esclarece que o TAG é de propriedade da empresa, colocado em comodato nos veículos dos usuários. Visando a cobrir os custos desta atividade, é cobrada taxa de substituição, que é legítima e prevista em contrato.

O leitor reclama: Tendo pago a primeira taxa de adesão, continuo não vendo propósito na cobrança interminável de cada troca. O sistema já cobra mensalidade, que deveria cobrir as trocas de TAGS. A existência de um concorrente nos dá uma tênue esperança de que talvez venhamos a ter melhor oferta de serviços.

AES ELETROPAULO

Falta de energia em Cotia

Está corretíssimo o leitor Jan Krotoszynski (São Paulo Reclama, ed. de 22/1, pág. C2), ao reclamar dos "apagões" na Granja Viana. Também em Cotia são absurdamente frequentes as interrupções! Muitas delas, claramente, por causa da rede obsoleta e da ineficiência de operação. E as abundantes paradinhas de 1 a 5 minutos? Ainda assim, a Eletropaulo anota nas contas mensais, de forma mentirosa, o valor 0 (zero) para os itens Horas em que o cliente ficou sem energia, Vezes em que o cliente ficou sem energia e Máximo de horas contínuas que o cliente ficou sem energia.

WILSON SCARPELLI / COTIA

A AES Eletropaulo informa que os principais motivos da interrupção foram a queda de galhos de árvore de grande porte e objetos arremessados contra a rede elétrica. Com isso, houve necessidade de reparo em diferentes trechos do sistema que abastece a residência do leitor. Explica que a rede possui religadores automáticos, que restabelecem o fornecimento de energia instantaneamente, em casos de defeitos transitórios. Daí essas pequenas interrupções.

O leitor reclama: Não há uma palavra sequer a respeito das declarações mentirosas que constam nas faturas mensais.

PROCEDIMENTOS DA CET

Semáforo é necessário?

A CET instalou um semáforo no cruzamento da Rua Alcântara com a Rua Dias da Silva, um local sem volume de tráfego que necessitasse de tal procedimento, um desperdício. Em vez disso, deveriam colocar um sinal de alerta (piscante) na Rua Guaranésia, no cruzamento com a Rua Alcântara, onde há vários acidentes. É muita incoerência!

LAERT P. BARBOSA / SÃO PAULO

A CET informa que a instalação do semáforo citado atende a solicitações da comunidade e de usuários da região. O local foi objeto de estudos e o cruzamento tem critérios estabelecidos para a instalação do farol. Diz, ainda, que elaborou projeto de sinalização para o cruzamento da Rua Alcântara com a Guaranésia, que inclui pintura de faixa de pedestre, prismas de concreto e instalação de placas.

O leitor comenta: Ainda acho o farol desnecessário. E a sinalização com prismas de concreto não está instalada.

TELEFÔNICA/VIVO

Técnico não apareceu

Solicitei à Telefônica/Vivo o serviço de internet Vivo Fibra óptica e agendaram a instalação para 10/1, pela manhã (a gravação pode comprovar). Deixei de trabalhar para esperar o técnico, mas ninguém veio. Reclamei e, surpreso, soube que a visita estava marcada para o dia 15! Ora, quem paga meu tempo perdido?

HAMILTON COIMBRA CARVALHO

/ SÃO PAULO

A Telefônica/Vivo informa que o leitor optou por cancelar o serviço.

O leitor reclama: Eles continuam me ligando querendo agendar a instalação, ignorando os três pedidos de cancelamento que já fiz. Inacreditável!

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