Propaganda causa ciúme e prostíbulo acaba fechado

O marketing de uma casa de prostituição do Jardim Anália Franco, na zona leste de São Paulo, esbarrou no ciúmes de uma mulher. Inconformada com o fato de o marido ter recebido um folheto com duas camisinhas, que o convidava a passar horas na Clínica Allure, especializada em massagens, a mulher procurou os policiais da Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur). Em pouco tempo, o lugar estava fechado, seu gerente preso, 20 mulheres detidas e 30 clientes levados para a delegacia como testemunhas.

Marcelo Godoy, O Estado de S.Paulo

11 de junho de 2011 | 00h00

"Constatamos a exploração da prostituição", disse o delegado Oswaldo Nico Gonçalves, da Deatur. Os panfletos de propaganda eram distribuídos em feiras no Anhembi. Foi lá que a polícia recebeu a denúncia.

A casa na Rua Oscar Abreu Sampaio tinha oito quartos. A polícia apreendeu o registro de pagamentos. De acordo com o delegado, o programa com as mulheres custava de R$ 130 a R$ 140. A polícia apura ainda se entre as mulheres da clínica havia alguma adolescente.

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