Pronto-socorro sem médico

HOSPITAL GERAL DE TAIPAS

O Estado de S.Paulo

10 de maio de 2012 | 03h03

Em 15/4, por volta das 14h30, levei minha mãe, idosa, com tonturas e mal-estar, ao Hospital Geral de Taipas. Na porta do pronto-socorro (PS), um recepcionista já avisava que não havia médicos e que deveríamos ir ao Hospital de Pirituba ou ao Hospital Geral de Vila Nova Cachoeirinha. Não aceitei a resposta e fui procurar o responsável, que disse que só tinha um médico no hospital e que o atendimento iria demorar. Um vexame! Como pode um hospital ficar à mercê do abandono, sem médicos?

MARIA DA GRAÇA NOGUEIRA / SÃO PAULO

O Hospital Geral de Taipas informa que, em 15/4, contava com cinco médicos para atendimento à população. Os profissionais atenderam 137 pacientes, além dos atendimentos nos setores de emergência e observação do pronto-socorro. A leitora foi orientada pelo responsável do plantão sobre a demora no atendimento por causa da alta demanda naquele dia. Como qualquer serviço de saúde, o pronto-socorro do hospital diz que prioriza os casos graves e urgentes.

A leitora reclama: Quero saber como um PS do porte desse hospital não está preparado para atender com prontidão e rapidez os pacientes, principalmente idosos. No dia em que fui com minha mãe, o PS estava vazio e ainda alegaram que não havia médicos no plantão. Como isso é possível? Está na hora de o sistema de saúde começar a criar condições dignas, eficientes e rápidas para o atendimento à população, em vez de se preocupar em dar respostas como essa. Já precisei desse PS e sempre foi o mesmo pouco-caso.

SEM INTERNET

Speedy não funciona

Os problemas com o Speedy, da Telefônica/Vivo, sempre existiram, com promessas reiteradas da empresa de melhorar o serviço. Mas a situação se tornou crítica, pois o Speedy praticamente entrou em colapso em Holambra (SP). Fiquei sem internet de 30/3 a 12/4. Vários contatos com a empresa foram feitos, e o problema continuou. A Telefônica/Vivo tem capacidade técnica para oferecer esse serviço?

VALDIR AGUILERA / HOLAMBRA

A Telefônica/Vivo diz que não houve problema generalizado na cidade de Holambra. O caso pontual do cliente foi regularizado e o serviço funciona normalmente. A empresa informa ainda que o cliente será ressarcido do valor proporcional ao período em que o serviço apresentou problema.

O leitor reclama: Após a intervenção da Coluna, o serviço voltou a funcionar, mas, em 7/5, o problema voltou. A Telefônica/Vivo resolveu o problema apenas por alguns dias. Trata-se de uma péssima empresa. Só no condomínio onde moro havia cinco pessoas com o mesmo problema. Portanto, meu caso não foi pontual.

OBRA ABANDONADA

Calçada em más condições

Toda a extensão da calçada da Av. Paulista, entre a Avenida Angélica e a Rua da Consolação, está na condição de obra abandonada há meses. Não há ninguém trabalhando. Passo todos os dias no local da obra, que expõe a população a grande risco, já que as pedras da reforma se espalharam pelo meio-fio, forçando os pedestres a desviar pela pista de veículos.

ALEXANDRE AFONSO / SÃO PAULO

A Subprefeitura Sé esclarece que, na semana passada, foi concluída a concretagem da calçada no

local mencionado pelo leitor.

O leitor relata: Foi feita uma concretagem corrida na semana do feriado, com acabamento malfeito. E ainda há trechos da calçada que não foram concretados. Não há mais ninguém trabalhando no local, embora o serviço esteja incompleto.

ALÔ LIMPEZA?

Caminhão espalha lixo

Domingo, na Marginal do Tietê, vi um caminhão carregado de detritos plásticos. Com a carga aberta, começou a se espalhar pela via uma enorme quantidade de sacos plásticos e outras peças bem maiores, obrigando os motoristas a desviarem. Não havia a possibilidade de avisar o motorista, já que ele seguia apressado. Mas algo chamou a atenção. Li no veículo a inscrição A serviço da Prefeitura de São Paulo e uma pequena placa, motivo de piada: Disque 156 - Alô Limpeza.

JATIACY FRANCISCO DA SILVA

/ GUARULHOS

Esclarecimento: Ao contrário do que foi publicado ontem neste espaço - sobre a destruição do jardim da Praça Heróis da FEB -, no lugar de Polícia Militar de São Paulo (PMSP), a leitora sra. Vera Lucia Alves Oguma se referiu à Prefeitura de São Paulo.

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