Promotora pede abertura de inquérito para apurar xingamentos em rede social

Após ter denunciado por formação de quadrilha 72 estudantes e funcionários da USP que ocuparam a reitoria da instituição em 2011, a promotora Eliana Passarelli virou alvo de críticas nas redes sociais. Preocupada com o teor de alguns comentários, a promotora pediu abertura de um inquérito para apurar crime contra a honra.

O Estado de S.Paulo

08 de fevereiro de 2013 | 02h03

"Estou imprimindo mais de 30 páginas com comentários no Twitter. Alguns deles são ofensivos e até sugerem ameaças", diz o advogado Paulo Cremonesi, que defende Eliana. "Amanhã (hoje), vou pedir a abertura de um inquérito policial." O advogado pretende também entrar com medida cautelar na Justiça para tirar do ar um perfil falso de Eliana criado no Facebook.

Ontem, o Diretório Central dos Estudantes da USP pôs na internet uma petição solicitando retirada imediata da denúncia feita na terça-feira pela promotora. O movimento é apoiado pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Até 22h, havia cerca de 3.800 assinaturas.

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