Programas esbarram na qualidade da internet móvel

Análise: Alexandre Matias

É EDITOR DO LINK, O Estado de S.Paulo

11 de janeiro de 2012 | 03h00

Não tem mistério: aplicativos (ou apps, em inglês) são programas baixados para funcionar em smartphones, modelos de celular que permitem acessar a internet de forma mais plena, aproveitando melhor seus recursos. Desde que o celular virou um computador de bolso, esses tipos de programas viraram uma febre não apenas entre os usuários - há quem tenha compulsão de baixar aplicativos para tudo -, mas também entre os desenvolvedores.

A graça é que eles permitem transformar o celular em qualquer tipo de aparelho, como os programas já fazem com o velho computador. Assim, você pode ter um identificador de canções (que diz para você que música está tocando no rádio, por exemplo), um sistema de busca por voz, um conversor de medidas, um localizador GPS, um controle remoto. As opções disponíveis já chegam à casa dos milhões - e muitas são gratuitas.

Grande parte deles, no entanto, requer que a internet funcione para que sejam executados plenamente. E aí batemos na qualidade de nossa internet móvel, muito aquém da oferecida em países do Hemisfério Norte (que já usam a rede 4G, que só deve chegar ao Brasil no ano que vem). Em alguns casos ou horários, é frustrante tentar usar alguns tipos de aplicativos em São Paulo, pois a rede vai e volta. Ainda assim, a experiência vale. Só um alerta: é um caminho sem volta.

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