Professores municipais mantêm greve até no mínimo quarta-feira

Com a decisão, a categoria rechaça a proposta de aumento de 11,46% nos próximos três anos

03 Maio 2013 | 17h27

Em assembleia realizada na tarde de hoje, 3, na Praça do Patriarca e no Viaduto do Chá, em frente à Prefeitura Municipal, professores da rede pública da cidade decidiram manter a greve anunciada na segunda-feira, dia 29, e iniciada hoje. Eles recusaram assim as propostas de aumentos de 0,82% imediatos e 11,46% a partir do ano que vem. A greve será rediscutida na próxima quarta-feira, 8.

Na proposta dirigida ao Sindicato dos Professores em Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem) por representantes da Secretaria do Planejamento e da Secretaria da Educação, os 11,46% de aumento seriam concedidos em três vezes a partir do ano que vem até 2016. Outra das propostas rejeitadas por unanimidade pelos manifestantes foi a concessão de um aumento retroativo de 0,82% valendo já para este mês e baseado nos salários de novembro de 2011.

Após a o ato, os manifestantes se juntaram a outros professores, da rede pública estadual que haviam feito uma outra reivindicação salarial na Avenida Paulista. As duas manifestações se encontraram na Praça da República por volta das 16h. O sindicato terá uma nova reunião com representantes da gestão Haddad na segunda-feira. Uma nova assembleia foi marcada para a quarta-feira, às 14h, em frente à Prefeitura.

 

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