Professora ferida por aluno de 10 anos ainda não entende motivo da agressão

A professora Rosileide Queirós de Oliveira, de 38 anos, que sobreviveu ao tiro disparado pelo garoto D., de 10 anos, em uma escola de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, afirmou ontem ao Fantástico, da TV Globo, que não tinha problemas com o aluno e ainda não entende o que teria motivado a ação. "Achei que era um extermínio", falou ela, um mês após a tragédia. "Pensei que tinham atiradores dentro da escola. Só soube que era um aluno que tinha atirado depois que já estava havia três dias no hospital", relatou Rosileide.

O Estado de S.Paulo

24 Outubro 2011 | 03h03

Ela disse que D. era "o que podemos chamar de um aluno exemplar" e que nunca tivera qualquer discussão com o garoto. "D. nunca deu problemas, era sempre o primeiro a ser escolhido para as brincadeiras. Difícil entender essa situação", acrescentou. Rosileide está afastada do trabalho por tempo indeterminado.

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