Sebastião Moreira/EFE
Sebastião Moreira/EFE

Procon investiga empresa responsável por helicóptero que transportava Boechat

A queda aconteceu na última segunda-feira, 11, e é alvo de inquérito da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)

Redação, O Estado de S.Paulo

15 de fevereiro de 2019 | 19h51

SÃO PAULO - A Fundação Procon de São Paulo notificou nesta sexta-feira, 15, a empresa RQ Helicópteros para prestar esclarecimentos sobre a aeronave que caiu e matou o jornalista Ricardo Boechat, de 66 anos, na semana passada. O piloto Ronaldo Quattrucci, de 56, também morreu no acidente.

A queda aconteceu na última segunda-feira, 11, e é alvo de inquérito da Polícia Civil e do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Preliminarmente, especialistas apontam que o piloto tentou um pouso de emergência na Rodovia Anhanguera, antes de colidir com um caminhão.

Vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, o Procon-SP solicitou que a RQ Helicópteros informe se tem autorização legal para prestar serviços de transporte aéreo de passageiros. "Em caso positivo, deverá comprovar se a autorização está em vigor; encaminhar todos os anúncios publicitários veiculados sobre a oferta desse serviço; e encaminhar todos os relatórios de voo de transporte de passageiro dos últimos três meses", diz a nota.

O Procon-SP também quer saber se a empresa possui relatório de inspeção anual de manutenção da aeronave. Segundo o comunicado, a RQ Helicópteros tem 72 horas para responder.

O Estado entrou em contato às 19h24, via e-mail, com a RQ Helicópteros. Até o momento, não houve retorno sobre o posicionamento da empresa.

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