Problemas começaram em 2007, com os contratos emergenciais

Problemas com serviços prestados pela Covisa vêm ocorrendo desde 2007, quando a Prefeitura começou a fazer contratos emergenciais para transporte de materiais e agentes relacionados ao combate à dengue, vacinação, maus-tratos contra animais e vigilância sanitária. Desde então, atendimentos feitos pelo órgão têm sido afetados pela falta de veículos e várias vezes já tiveram de ser cancelados ou feitos a pé ou de transporte público.

/ D. Z. e R. B. , O Estado de S.Paulo

01 Novembro 2011 | 03h03

Naquela época, a Prefeitura tentou realizar uma licitação para resolver o problema em definitivo, mas ela acabou barrada pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Em 2009, o pregão foi finalmente encerrado e a Brasil Dez foi a vencedora. A Prefeitura tentou inabilitar a empresa, argumentando que ela não possuía o número total de veículos exigidos. A Justiça, porém, obrigou a administração a desconsiderar essa exigência e manter a Brasil Dez contratada.

Neste ano, a empresa acusou a Prefeitura de não pagar corretamente os serviços prestados. Uma nova decisão judicial obrigou o pagamento integral de tudo que a empresa deveria receber de acordo com o contrato.

No começo deste ano, a Prefeitura encerrou o contrato e uma nova empresa começou a prestar o serviço. Mas, em junho, a Brasil Dez novamente venceu na Justiça e conseguiu o direito de continuar prestando o serviço até meados de 2012.

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