Gabriela Biló/Estadão
Gabriela Biló/Estadão

Primeira na avenida, Tom Maior enfrenta sufoco com carro alegórico

Escola homenageia a cantora Elba Ramalho no Anhembi; carro com imagem de Padre Cícero teve dificuldades para fazer manobra

Juliana Diógenes, O Estado de S.Paulo

24 Fevereiro 2017 | 23h35

SÃO PAULO - A Tom Maior, primeira escola de samba a entrar na avenida na noite desta sexta-feira, 24, no Anhembi, passou por um sufoco na entrada do primeiro carro alegórico. No Carnaval deste ano, a Tom Maior homenageia a cantora Elba Ramalho, que vai desfilar. Com o rosto do Padre Cícero, o veículo não fez a manobra correta para sair da concentração e precisou dar ré quatro vezes, o que atrasou a escola. Na tentativa de rsolver o problema, o carro ultrapassou a linha amarela, que limita o espaço do desfile.

A dificuldade mobilizou pelo menos 20 membros da escola. O público vibrou quando o problema foi resolvido, quase dez minutos depois. O tempo mínimo do desfile de cada escola é 55 minutos e o máximo, 65 minutos. A Tom Maior desfila com fantasias que fazem referências à religiosidade e festas regionais, como o Maracatu. Nas roupas, predominam as cores da escola: amarelo, branco e vermelho. 

Nesta sexta, o sambódromo paulistano trará de polêmicas novas a um desfile com autorização religiosa. Primeira a desfilar, a Tom Maior homenageará Elba Ramalho, seguida pela Mocidade, que aproveita para festejar seu jubileu de ouro. Na sequência, com aval da Igreja, a Unidos de Vila Maria falará de Nossa Senhora Aparecida. O Zimbábue, na África, será tema do Tatuapé. Sexta e penúltima a desfilar, a Tucuruvi vai falar de um tema que virou polêmica paulistana só após a escolha do enredo: o grafite. Os pets de Luisa Mell, tema da Águia, encerram o primeiro dia. /COLABOROU EDISON VEIGA

 

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