Presos de Ribeirão Preto morrem em unidade básica de saúde

Dois presos morreram no Pronto-Socorro do bairro Castelo Branco; governo instaurou apuração interna

Elvis Pereira, do estadao.com.br,

10 de março de 2008 | 17h24

Os presos Sidnei Pereira de Faria e Josias Guimarães Alves, mantidos no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Ribeirão Preto, a 313 km da capital paulista, morreram na manhã desta segunda-feira, 10, no Pronto-Socorro da Unidade Básica de Saúde do bairro Castelo Branco. De acordo com testemunhas, Josias tinha sinal de enforcamento e Sidnei teria sido asfixiado. Os dois estavam presos acusados de extorsão. Há suspeita de briga entre os presos. Após serem acionados, agentes penitenciários encaminharam três presos, os dois e Angelo Victor Rodrigues Soares Barbietti, para o Pronto-Socorro da Unidade Básica de Saúde do bairro Castelo Branco. Faria e Alves morreram no local. Barbietti, com suspeita de ter utilizado drogas dentro do presídio, recebeu alta e já retornou para o CDP.  Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) informa que os presos não foram encontrados mortos, mas teriam morrido a caminho da UBDS. Também afirma que os detentos foram levados para atendimento médico de urgência por motivos "distintos". "A SAP instaurou apuração interna para constatar em que circunstâncias se deu a ocorrência. A Polícia foi comunicada e todos os procedimentos de praxe foram efetuados", registra a nota da Secretaria. Matéria ampliada às 20h50 

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